Agora

segunda-feira, 26 de março de 2012

Biografia de Josef Stalin, o fiel discípulo de Lênin




Jossif Vissarionóvich Dzugasvili Stálin nasceu em 21 de dezembro de 1879 em Gori, província de Tífilis, Geórgia, região da Transcaucásia. Seu pai, Vissarion Ivanovich, era filho de camponês pobre, tornou-se sapateiro autônomo e, depois, operário de uma fábrica de calçados. Sua mãe, Catarina Gueorguievna, era filha de servo (camponês pobre).

terça-feira, 20 de março de 2012

"Stalinismo" igual ao Nazismo?


Publicado em DOMINGO, 21 DE FEVEREIRO DE 2010.

Em meados do ano passado, mais uma pérola anti-comunista foi lançada pela União Européia. A OSCE (Organização para Segurança e Cooperação na Europa) tratou de igualar o chamado "Stalinismo" ao Nazismo, e não só isso criaram uma resolução que igualava os papéis da URSS e da Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O dia 23 de Agosto (O dia que foi assinado o Tratado de Não-Agressão Molotov-Ribbentrop) se tornaria então o dia para se lembrar das vítimas do "Stalinismo" e do Nazismo. Qualquer que saiba pelo menos um pouco de História deveria ficar horrorizado com este ato criminoso de propaganda. Até onde eu sei, os verdadeiros criminosos foram a Grã-Bretanha e os Estados Unidos.

A primeira com seus tratadinhos de paz com os alemães que acabaram por entregar países inteiros para as mãos dos nazistas - Lembram-se do Tratado de Munique e da Tchecoslováquia? Provavelmente não. Pois o Ocidente adora apagá-los da memória. Advinhem o que a URSS fazia enquanto a Grã-Bretanha entregava a Europa de mão beijada a Hitler? Convocava incessantes encontros diplomáticos com França e Grã-Bretanha para se formar uma Aliança Anti-Fascista sólida, mas as "democracias" ocidentais não deram muita bola. Simplesmente adoravam demais a idéia de ver uma suástica tremulando no Kremlin, em vez de uma foice e um martelo.

O Marxismo e a questão racial

Minorias russas com Stalin

POR ALEXANDRE BRAGA

Para Lênin a desigualdade do desenvolvimento econômico é inerente ao capitalismo. Apesar dele se referir à possibilidade do triunfo socialista em um só país, suas palavras cabem muito bem quando o assunto é a questão racial, porém, nesse caso, quem tematizou essa demanda étnicorracial foi Josef Stalin, um dos mais próximos colaboradores de Lênin. Ou seja, a desigualdade racial está intrinsecamente ligada ao sistema capitalista1. Tal preocupação foi constante na vida de Stalin, como militante e como dirigente do PCUS(Partido Comunista da União Soviética), em que buscou tratar disso recordando, também, o seu passado, cujo avô Dzhugasvili, era judeu. Em O Marxismo e a Questão Nacional, de 1912, ele aponta o perigo do multiculturalismo dentro do Partido e afirma a necessidade da unidade entre as várias nacionalidades, que deveriam se organizar num partido forte e centralizado2, sem abrir mão da autodeterminação.

Vídeo da era de Stálin denuncia racismo americano




Produzido durante a era de Stálin, quando foi elaborada a primeira constituição que proibiu a discriminação racial, o filme Black & White, uma obra de arte de 1933, traz uma canção de Paul Robeson, Sometimes I feel like a motherless child ("Às vezes me sinto como uma criança sem mãe"), retratando o cotidiano de muitos negros no cinicamente autodeclarado "paraíso da democracia" do mundo ocidental. 

O vídeo também retrata como a religião pode exercer um papel de conciliação entre classes antagônicas, inclusive com representantes da etnia oprimida.

O desenho é uma iniciativa individual dos diretores, feito em colaboração com artistas americanos, como Langston Hughes. Outros filmes nesse período foram feitos para denunciar essa mesma situação, tais como O circo (Tsirk), estrelado pela renomada atriz Lyubov Orlova, que no filme interpretou uma americana branca, mãe de um bebê negro, que se refugiou na União Soviética após ser apedrejada e quase linchada nos Estados Unidos.

Fonte: A Página Vermelha

domingo, 18 de março de 2012

Diante de Stalin...


Graciliano Ramos 

Por Graciliano Ramos, na escadaria do Kremlin, há poucos metros de Stalin, em 14 de junho de 1952, relatado em  sua obra “Viagem”-Record-1976)

“...A cidade estava cheia de retratos de Stalin- e isto provocou a observação indiscreta de um de nossos companheiros: a demonstração de solidariedade irrestrita não impressionava bem no exterior.


A ¹Senhora Nikolskaya ouviu com paciência a crítica azeda, julgou-a, cortesmente, leviana e absurda: nenhum russo admitia que as coisas se passassem de outra maneira. Essa  réplica isenta de motivos era, no meu juízo, superior a um longo discurso esteado em razões. Estávamos diante de um fato, e condená-lo  à pressa, ao cabo de alguns passeios na rua, parecia-me ingenuidade. Com certeza ele era necessário, e devíamos, antes de arriscar opinião, investigar-lhe a causa. Realmente não compreendemos homens do Ocidente, o apoio incondicional ao dirigente político; seria ridículo tributarmos veneração a um presidente de república na América do Sul.Não temos em geral,nenhum respeito a esses indivíduos.Pelo contrário:   a massa  experimenta prazer em atacá-los, os jornais da oposição encarniçam-se em apontar-lhes as mazelas, reais ou imaginárias. O amor a um poder, na verdade, bem precário, faz que essas criaturas se resignem a tomar diariamente um banho de lama.  Verdades e calunias confundem-se. Hoje em cima, embaixo amanhã, preso a interesses inconfessáveis,obrigados a  mendigar  o voto, alargando0-se em promessas num instante esquecidas, o homem público é um ser mesquinho...

Trazemos no espírito a lembrança dessa figura triste... E somos levados a compará-la ao estadista que passou a vida toda a trabalhar para o povo, nunca o enganou. Não poderia enganá-lo. Esforçou-se por vencer o explorador, viu-o morto- e seria idiota supor que, alcançada a vitória, desejasse a ressurreição dele. É desde a juventude,um defensor da classe trabalhadora.Esta expressão, razoável  há trinta e cinco anos,  tornou-se desarrazoada,pois aqui já não  existem classes.Dedica-se ao trabalhador, e efetivamente não há, nos tempos que correm, grande mérito nisto.Difícil foi tomar o partido dos pobres no princípio do século,quando a teimosa resistência o levou á Sibéria e à tortura.... Neste país... o sujeito recebe um mandato e fica na dura contingência de ser honesto.Se admitimos esse infalível procedimento num deputado  ²quirguiz ou siberiano, como pôr em dúvida o homem que,em mais de cinqüenta anos de prodigiosa labuta se transformou em símbolo nacional?No começo, foram os perigos,a  vida subterrânea,o cárcere,o degredo, horríveis sofrimentos e a certeza de conseguir viver bem afastando-se deles; em seguida  a tarefa gigantesca, sem pausa, a construção deste mundo novo que visitamos com assombro.

Não admitimos nenhum culto a pessoas vivas, perfeitamente: a carne é falível, corruptível, inadequada à fabricação de estátuas. Mas não se trata de nenhum culto, suponho: esse tremendo condutor de povos não está imóvel, de nenhum modo se resigna à condição de estátua....O prazer consiste em realizar a obra sem par na maior revolução da historia; receber agradecimentos e louvores miúdos por isto é uma redução a que o grande homem se submete.

Agradecimentos e louvores palpitam na alma da multidão, e recusá-los seria uma ofensa, um erro que nenhum político bisonho cometeria. Na opinião da Senhora Nikolskaya, as coisas não poderiam ser de outro modo. Ela deve conhecer o seu povo....tanto  quanto posso julgar, a defesa desse homem está confiada à multidão. A sua vida constitui um patrimônio valioso demais, e nem imaginam, creio, que alguém deseje atentar contra ela.As salvas de palmas, os vivas extensos, os retratos numerosos, todas as demonstrações infindáveis vistas e ouvidas, são uma prova do sentimento unânime do povo. Enfim, não existe sinal das cautelas excessivas badaladas nas folhas cristãs....
Circunstancias imprevisíveis e malucas me puseram a alguns passos da notável personagem....Deixavam-me passar.E deixavam-me subir a escadaria, galgar as insignificantes barreiras de meio metro, avizinhar-me do homem que a burguesia odeia com razão. Stalin não vive numa toca, defendida por metralhadoras e canhões.”




Notas:
¹Alexandra Nikolskaya, funcionária no Ministério das Relações Exteriores , que fala um português cheio de circunlóquios.Já estivera no Brasil mais precisamente o Rio de Janeiro,na Embaixada Soviética.



² Natural do Quirguistão

-Nota minha: Uma curiosidade: Graciliano Ramos também faleceu em 1953, mesmo ano que Stálin.


sexta-feira, 16 de março de 2012

As Táticas do Trotskismo - João Amazonas



Os métodos de atuação e os procedimentos táticos do trotskismo refletem o caráter da sua orientação e linha de conduta anti-revolucionária.

A tática preferida tem como elemento constante a utilização da fraseologia ultra-esquerdista com a qual procura explorar o sentimento de revolta das massas, buscando atraí-las e instigá-las a posições extremadas que não levam em conta a situação real, os compromissos obrigatórios, a aliança com certas forças não-proletárias. É uma tática de isolamento da classe operária que, se adotada, conduziria o movimento revolucionário ao total insucesso.

O Marxismo e o Problema Nacional e Colonial - Stálin (I)



Neste livro, Stalin expõe o problema nacional em seus diversos aspectos. Com a clareza, a objetividade, o senso da exatidão que lhe são peculiares, define o que é uma nação: uma comunidade estável, historicamente formada na base do idioma, do território, da vida econômica e da psicologia, manifestada esta através de uma cultura comum. Parte escrito antes da revolução de outubro de 1917 e antes mesmo da primeira guerra mundial, parte já depois da experiência da formação do Estado multinacional que constitui a União Soviética, este livro contém estudos polêmicos sobre as posições dos grupos reformistas e oportunistas em relação ao problema nacional e colonial, ao nacionalismo, ao separatismo, às minorias nacionais e suas reivindicações próprias, bem como a definição exata dessas questões e o significado que têm segundo cada momento histórico. Aprecia ainda a luta dos povos coloniais e semi-independentes, relacionada com o movimento proletário e a marcha do socialismo no plano mundial.


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O Marxismo e o Problema Nacional e Colonial - Stálin (I)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Discurso diante do tumulo de Karl Marx - Friedrich Engels 17 de Março de 1883


Friedrich Engels

A 14 de Março, um quarto para as três da tarde, o maior pensador vivo deixou de pensar. Deixado só dois minutos apenas, ao chegar, encontrámo-lo tranquilamente adormecido na sua poltrona — mas para sempre.

O que o proletariado combativo europeu e americano, o que a ciência histórica perderam com [a morte de] este homem não se pode de modo nenhum medir. Muito em breve se fará sentir a lacuna que a morte deste [homem] prodigioso deixou.

Assim como Darwin descobriu a lei do desenvolvimento da Natureza orgânica, descobriu Marx a lei do desenvolvimento da história humana: o simples facto, até aqui encoberto sob pululâncias ideológicas, de que os homens, antes do mais, têm primeiro que comer, beber, abrigar-se e vestir-se, antes de se poderem entregar à política, à ciência, à arte, à religião, etc; de que, portanto, a„pro-dução dos meios de vida materiais imediatos (e, com ela, o estádio de desenvolvimento económico de um povo ou de um período de tempo) forma a base, a partir da qual as instituições do Estado, as visões do Direito, a arte e mesmo as representações religiosas dos homens em questão, se desenvolveram e a partir da qual, portanto, das têm também que ser explicadas — e não, como até agora tem acontecido, inversamente.

Mas isto não chega. Marx descobriu também a lei específica do movimento do modo de produção capitalista hodierno e da sociedade burguesa por ele criada. Com a descoberta da mais-valia fez-se aqui de repente luz, enquanto todas as investigações anteriores, tanto de economistas burgueses como de críticos socialistas, se tinham perdido na treva.

Duas descobertas destas deviam ser suficientes para uma vida. Já é feliz aquele a quem é dado fazer apenas uma de tais [descobertas]. Mas, em todos os domínios singulares em que Marx empreendeu uma investigação — e estes domínios foram muitos e de nenhum deles ele se ocupou de um modo meramente superficial —, em todos, mesmo no da matemática, ele fez descobertas autónomas.

Era, assim, o homem de ciência. Mas isto não era sequer metade do homem. A ciência era para Marx uma força historicamente motora, uma força revolucionária. Por mais pura alegria que ele pudesse ter com uma nova descoberta, em qualquer ciência teórica, cuja aplicação prática talvez ainda não se pudesse encarar — sentia uma alegria totalmente diferente quando se tratava de uma descoberta que de pronto intervinha revolucionariamente na indústria, no desenvolvimento histórico em geral. Seguia, assim, em pormenor o desenvolvimento das descobertas no domínio da electricidade e, por último, ainda as de Mare Deprez.(1*)

Pois, Marx era, antes do mais, revolucionário. Cooperar, desta ou daquela maneira, no derrubamento da sociedade capitalista e das instituições de Estado por ela criadas, cooperar na libertação do proletariado moderno, a quem ele, pela primeira vez, tinha dado a consciência da sua própria situação e das suas necessidades, a consciência das condições da sua emancipação — esta era a sua real vocação de vida. A luta era o seu elemento. E lutou com uma paixão, uma tenacidade, um êxito, como poucos. A primeira Rheinische Zeitung[N47] em 1842, o Vorwärts![N126] de Paris em 1844, a Brüsseler Deutsche Zeitung[N53] em 1847, a Neue Rheinische Zeitung em 1848-1849(2*), o New-York Tribune[N62] em 1852-1861 — além disto, um conjunto de brochuras de combate, o trabalho em associações em Paris, Bruxelas e Londres, até que finalmente a grandeAssociação Internacional dos Trabalhadores surgiu como coroamento de tudo — verdadeiramente, isto era um resultado de que o seu autor podia estar orgulhoso, mesmo que não tivesse realizado mais nada.

E, por isso, Marx foi o homem mais odiado e mais caluniado do seu tempo. Governos, tanto absolutos como republicanos, expulsaram-no; burgueses, tanto conservadores como democratas extremos, inventaram ao desafio difamações acerca dele. Ele punha tudo isso de lado, como teias de aranha, sem lhes prestar atenção, e só respondia se houvesse extrema necessidade. E morreu honrado, amado, chorado, por milhões de companheiros operários revolucionários, que vivem desde as minas da Sibéria, ao longo de toda a Europa e América, até à Califórnia; e posso atrever-me a dizê-lo: muitos adversários ainda poderia ter, mas não tinha um só inimigo pessoal.

O seu nome continuará a viver pelos séculos, e a sua obra também!

Notas de rodapé:
(1*) O verdadeiro nome do físico francês era Marcel. (Nota da edição portuguesa.)
(2*) Ver o presente tomo, pp. 182-191. (Nota da edição portuguesa.)

Notas de fim de tomo:
[N47] Rheinische Zeitung für Politik, Handel und Gewerbe (Gazeta Renana para Política, Comércio e Ofícios): diário publicado em Colônia de 1 de Janeiro de 1842 a 31 de Março de 1843. Em Abril de 1842 Marx começou a colaborar nele, e em Outubro desse mesmo ano passou a ser um dos seus redactores; Engels colaborava também no jornal. 
[N53] Deutsche-Brüsseler-Zeitung (Gazeta Alemã de Bruxelas): jornal fundado pelos emigrados políticos alemães em Bruxelas; publicou-se de Janeiro de 1847 até Fevereiro de 1848. A partir de Setembro de 1847 Marx e Engels colaboraram permanentemente nele e exerceram uma influência directa na sua orientação. Sob a direcção de Marx e Engels, o jornal tornou-se órgão da Liga dos Comunistas. 
[N62] New-York Daily Tribune (Tribuna Diária de Nova Iorque): diário progressista burguês que se publicou de 1841 a 1924. Marx e Engels colaboraram nele desde Agosto de 1851 até Março de 1862.
[N126] Vowärts! (Avante!): jornal alemão que se publicou em Paris de Janeiro a Dezembro de 1844, duas vezes por semana. Marx e Engels colaboraram nele. 


Fonte - Marxist.org

terça-feira, 13 de março de 2012

Sobre a educação comunista



Camaradas: Há 20 anos, precisamente a 2 de outubro de 1920, Lênin pronunciou um discurso sobre a educação comunista do III Congresso da União das Juventudes Comunistas da Rússia. Dirigindo-se ao Komsomol, Lênin disse que era pouco provável que nossa geração, educada na sociedade capitalista, pudesse levar a cabo a edificação da sociedade comunista. Essa tarefa deveria tocar à juventude.
Pois bem: hoje, quando aplaudiam, recordei involuntariamente essas palavras e me ocorreu pensar que diante de mim encontram-se antigos jovens do Komsomol, essa geração a que se dirigia Lênin. E que esses jovens, já convertidos em adultos e com uma experiência da vida, participam ativamente da edificação socialista. E uno meus aplausos aos vossos para louvar especificamente a vós, os edificadores do socialismo.

Contribuições de Stáline para a Ciência Militar e Política Soviética (VI)


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Contribuições de Stáline para a Ciência Militar e Política Soviética (VI)


domingo, 11 de março de 2012

Stálin falando sobre anti-semitismo





Camarada Stalin falando sobre anti-semitismo

Resposta à Agência Judaica telegráfica da América.

Eu respondo ao seu pedido.

O chauvinismo nacional e racial é uma sobrevivência de costumes  anti-humana próprio do canibalismo

O Anti-semitismo, como uma forma extrema de chauvinismo racial, é a sobrevivência mais perigoso do canibalismo.

O anti-semitismo é útil para os exploradores como um para raios para preservar o capitalismo do golpe dos trabalhadores.

O Anti-semitismo é perigoso para os trabalhadores como um caminho falso que se desvia do caminho certo e leva para a selva. Portanto, os comunistas, como internacionalistas consequentes, não podem deixar de ser inimigos implacáveis ​​e amargos do anti-semitismo.

Na URSS, a lei persegue de modo mais rigoroso o anti-semitismo como um fenômeno profundamente hostil ao regime soviético. As leis da U.R.S.S. puni com a morte de os antissemitas ativos

J. Stalin. 12 jan 1931. Obras Completas, Volume XII, página 12.


Tradução do espanhol para o português - Comunidade Josef Stálin


sábado, 10 de março de 2012

A situação dos judeus na URSS. Do livro “URSS, Uma Nova Civilização”.




Do livro “URSS, Uma Nova Civilização”, por Sidney e Beatrice Webb. 1º volume, Editorial Calvino Limitada, edição de 1938, pp. 200-208.
A situação dos judeus na URSS
Não podemos deixar de mencionar uma importante minoria, mais racial e religiosa do que nacional, que constitui mais um problema com que se tem defrontado a União Soviética: a dos judeus. Sob o regime czarista, a opressão contra a mesma era severa e permanente (1). “Quando caiu o regime autocrático, o estrépito da queda soou aos ouvidos dos judeus como o bimbalhar dos sinos da liberdade. Com uma penada, o Governo Provisório aboliu a complicada rede legislativa organizada contra os judeus. Subitamente, foram eliminadas as correntes que os prendiam. Desapareceram todas as restrições… Os judeus podiam agora manter a espinha dorsal verticalmente e olhar o futuro sem receio” (2).
Infelizmente haveria ainda três ou quatro anos de guerra civil e de fome, durante os quais, à mercê dos exércitos invasores, a massa das populações judias haveriam de sofrer os maiores excessos. De um modo geral, os Exércitos Brancos eram extremamente brutais, enquanto que o Exército Vermelho fazia o possível para proteger essas pobres vítimas, apesar de- por esta ou por aquela razão, a maioria dos judeus não serem simpáticos, por algum tempo, ao Governo Bolchevista. A condenação do comércio baseado no lucro, que foi classificado como usura, feriu profundamente os judeus da Rússia Branca e da Ucrânia, cujas famílias haviam sido, durante séculos, excluídas da agricultura e de outras profissões, ficando confinadas em certos bairros das cidades. Em 1921, a Nova Política Econômica tornou possível a muitos deles voltar aos seus negócios. Mas, por volta de 1928, a campanha coletivista desencadeada por penalidades em dinheiro e medidas policiais, liquidaram praticamente todos os pequenos empreendimentos financeiros a que se dedicavam as famílias judaicas. Só os artesãos ficaram em condições um pouco melhores e os jovens, por sua vez, podiam pelo menos obeter emprego nas fábricas do governo.

sexta-feira, 9 de março de 2012

STALIN e os burgueses do campo ( os Kulaks)-Fortalecimento da URSS.


A NEP, implantada por Lenin, no inicio do novo sistema revolucionário  na Rússia,  deu margem a que se fortalecessem  os kulaks ou seja, os camponeses ricos.
Um grupo  dentro do  partido se opôs  a que essa gente fosse neutralizada bruscamente e entendiam que deveria haver negociações pacificas.
Entretanto, Stálin avaliava que  a pretensão desse grupo era restaurar o capitalismo e que eram  agentes dos camponeses ricos; dessa forma, precisou promover sua neutralização e a dos kulaks.
Com a liquidação dos kulaks, procedeu-se à coletivização total do campo.  Quanto aos  excessos praticados em alguns lugares onde se impuseram medidas para as quais os camponeses não estavam preparados, foram devidamente ciritcados e tomadas as providencias pelo proprio Stalin.
Resolvido esse problema, foi feito o primeiro plano qüinqüenal, cuja meta era a reconstrução de todos os ramos da economia com base na técnica moderna
Stalin considerava que com a liquidação dos Kulaks, "triunfou a possibilidade de construção do socialismo num só país”
Pelo segundo plano quinquenal, tiveram exito  realizações em todos as áreas: economia ; cultura,  ciências, educação pública e  luta ideológica.
Necessário se tornava, agora,   uma revolução cultural no sentido de preparar e capacitar  membros do proletariado para aprenderem  a técnica e assumir funções de direção.
Pelo que foi chamado de  movimento stakanovista “,dezenas e centenas de milhares de trabalhadores envolveram-se nesse movimento com o intuito de  assimilar a técnica e conseguir aumentar a produtividade socialista do trabalho na indústria, na agricultura e no transporte
Em 1936, o XVIII Congresso dos sovietes aprovou a nova constituição da URSS, a constituição do socialismo, garantindo não apenas liberdades formais como as constituições burguesas, mas “amplíssimos direitos e liberdades aos trabalhadores, material e economicamente, assegurados por todo o sistema da economia socialista que não conhece as crises, a anarquia nem o desemprego”.
A meta era ultrapassar em  10 ou 15 anos seguintes os países capitalistas no terreno econômico.
No XVIII Congresso, Stálin disse: “É possível construir o comunismo em nosso país, mesmo no caso de se manter o cerco capitalista”.
Em 1939, diante da crise do mundo capitalista com o inicio das ocupações nazistas, o congresso aprovou a orientação de Stálin de uma política de paz e de fortalecimento das relações com todos os países, não permitindo que a URSS seja arrastada a conflitos por provocadores.Daí porque o pacto de não agressão com a Alemanha.
O ano de 1940 registrou um aumento sem precedentes da produção na URSS e em 1941, quando o povo soviético se preparava para comemorar novas vitórias, Hitler rompeu o pacto e invadiu a URSS.
Para centralizar a defesa e coordenar a luta de libertação nacional, o Conselho de Comissários do Povo criou o Comitê de Defesa do Estado, nomeando Stálin seu presidente.
O povo respondeu com toda disposição e os invasores, que acreditavam dominar a URSS em dois meses, fracassaram.retirando-se totalmente derrotados,   em 1944.
A URSS foi o país que mais sofreu com a agressão nazista, tanto em perdas econômicas quanto em humanas, mas, poucos anos depois, já se recuperava e alcançava os níveis anteriores de produção na indústria e na agricultura,
A guerra fria ,  famoso  golpe  dos EEUU juntamente com seus cúmplices e colaboradores ou seja, os  outros países capitalistas, desrespeitando o acordo de   Yalta *, não logrou êxito em impedir essa recuperação da URSS.
Stalin morreu em 5 de março de 1953, deixando uma lacuna jamais preenchida na URSS e enlutando também o movimento comunista em todo o mundo.
Os operários fizeram cinco minutos de silêncio,  milhões de pessoas  no país acompanharam o enterro do  líder e em vários países os operários prestaram sua homenagem.
A burguesia mundial e os dirigentes russos após o XX Congresso do PCUS, lançaram inúmeras acusações contra   Stalin que se disseminaram pelo ocidente contudo, quem foi testemunha de seus feitos pois viveu  naquelas épocas , e mesmo quem estuda ,observa e interpreta  os fatos á luz da racionalidade , da coerencia histórica, sabe que “Foi tudo invenção capitalista”( frase de Oscar Niemayer).
***********************************
* A Conferência de Yalta, também chamada de Conferência da Crimeia, é composta por um conjunto de reuniões ocorridas entre 4 e 11 de fevereiro de 1945 no Palácio Livadia, na estação balneária de Yalta, nas margens do Mar Negro, na Crimeia. Foi a segunda das três conferências em tempo de guerra entre os líderes das principais nações aliadas (a anterior ocorreu em Teerã, e a posterior em Potsdam).


Os chefes de Estado dos Estados Unidos da América (Franklin D. Roosevelt) e da União Soviética (Josef Stalin), e o primeiro-ministro do Reino Unido (Winston Churchill) reuniram-se em segredo em Ialta para decidir o fim da Segunda Guerra Mundial e a repartição das zonas de influência entre o Oeste e o Leste.


Em 11 de fevereiro de 1945, eles assinam os acordos cujos objetivos são de assegurar um fim rápido à guerra e a estabilidade do mundo após a vitória final.

Fonte de consulta : Jornal A Verdade, edição numero 51; Brar, Harpal, Trotskismo x Leninismo; Stalin, J.-Em defesa do Socialismo Cientifico;  Ramos, Graciliano- Viagem; Pereira, Osny Duarte-Juizes Brasileiros Por trás da Cortina de Ferro;http://pt.wikipedia.org/wiki/Confer%C3%AAncia_de_Ialta


GEORGE ORWELL Y LOS ORWELLIANOS: LOS GUERREROS DEL “MUNDO LIBRE” CONTRA EL “EJE DEL MAL”




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GEORGE ORWELL Y LOS ORWELLIANOS: LOS GUERREROS DEL “MUNDOLIBRE” CONTRA EL “EJE DEL MAL”

Trotskismo X Leninismo - Lições da História - Parte VII (Sobre a Mecânica da Luta de Classes na Ditadura do Proletariado)


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Parte VII
Sobre a Mecânica da Luta de Classes na Ditadura do Proletariado

Capítulo 20
Sobre a Mecânica da Luta de Classes na Ditadura do Proletariado

Capítulo 21
Classes e Luta de Classes

Capítulo 22
Intensificação da Luta de Classes sob o Socialismo

Capítulo 23
O Comunismo em um Só País

Capítulo 24
'Degeneração Nacionalista'

Capítulo 25
Ausência de uma Linha de Massa

Capítulo 26
Stalin e a Intelligentsia

Capítulo 27
Conclusão