sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

(UCRÂNIA) “A classe operária, como classe, não participa de modo algum desses acontecimentos!”


Em Kiev, na Ucrânia, continuam os confrontos, habituais desde o final de Novembro, entre a polícia e os manifestantes. Em causa está o braço de ferro entre o Governo (que suspendeu a assinatura do Tratado de Livre Associação com a União Europeia) e a oposição que procura liderar os protestos, tentando daí tirar dividendos políticos. Nos últimos meses tem sido crescente o peso do partido fascista Svoboda que integra a coligação oposicionista. Para os anarquistas ucranianos, apesar de criticarem a actuação do governo, os trabalhadores estão fora deste jogo político entre os partidários de um maior relacionamento com a União Europeia e os que defendem uma maior integração com a economia russa. A entrevista que traduzimos e de que publicamos excertos foi dada por um companheiro anarco-sindicalista da Organização Autónoma de Trabalhadores da Ucrânia (um pequeno grupo que desenvolve a sua actividade em Kiev e em Harkov, a segunda cidade mais industrializada da Ucrânia), a uma rádio norte-americana. No entanto, a presença de militantes libertários nas ruas, em protesto contra as medidas autoritárias e repressivas do governo ucraniano, tem sido também uma constante.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Caminhos subterrâneos do poder soviético

Abrigos que podem suportar um ataque nuclear, túneis para automóveis que saem do Kremlin rumo à datcha de Stálin, aeroportos subterrâneos e passagens para tanques sob o solo de Moscou. Isso tudo soa um tanto irreal? Sim, mas só até certo ponto. Afinal, abrigos subterrâneos e linhas de transporte para o ex-governo soviético realmente existem.

Diversos abrigos subterrâneos tem ligação com as linhas do metrô de Moscou Foto: Dmítri Berdassov
Após a Segunda Guerra Mundial, as autoridades de Moscou ordenaram a construção de abrigos subterrâneos com o intuito de proteger os civis das consequências de uma bomba nuclear. Mas os mais altos funcionários do governo e militares precisavam de proteção especial, já que, em períodos de guerra, só eles poderiam tomar decisões e aplicar medidas para salvar o país. Por isso, abrigos especialmente fortificados foram construídos sob sigilo absoluto em diferentes partes da cidade.

Quem Ajudou A Hitler I. Maiski


sábado, 4 de janeiro de 2014

Documentários e Vídeos

Intelectual da Ucrânia fala sobre as "repressões de Stalin"  ¡Stalin de acero, conciencia del obrero! O nome da Rússia: Stalin, por Valentin Varennikov 

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