sábado, 25 de fevereiro de 2012

A guerra secreta contra a Russia soviética - Livro 3

Neste arquivo estão reunidos os capítulos referentes ao "livro 3" (Parte da obra, A grande conspiração, que é composta de 4 seções) ,  que foram postados anteriormente em separado  em nossa comunidade. Algumas páginas foram redigitalizadas para uma melhor qualidade. Em breve estaremos disponibilizando os capítulos referentes ao livro 1;2 e 4 da obra.

Atenciosamente
Comunidade Josef Stálin



LIVRO III
A QUINTA-COLUNA NA RÚSSIA

CAPITULO XV — O ATALHO DA TRAIÇÃO 
CAPITULO XVI — GÊNESE DE UMA QUINTA-COLUNA 
CAPITULO XVII — TRAIÇÃO E TERROR
CAPITULO XVIII — CRIME NO KREMLIN
CAPITULO XIX — DIAS DE DECISÃO
CAPITULO XX — O FIM DO ATALHO
CAPITULO XXI— ASSASSÍNIO NO MÉXICO

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A guerra secreta contra a Russia soviética - Livro 3


Introdução da obra de Grover Furr e Vladimir Bobrov



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Introdução da obra de Grover Furr e Vladimir Bobrov

Fonte - Pelo Socialismo

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A guerra secreta contra a Russia soviética - Capitulo XXI



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LIVRO III 
A QUINTA-COLUNA NA RÚSSIA
CAPITULO  XXI  -  ASSASSÍNIO NO MÉXICO

domingo, 19 de fevereiro de 2012

A guerra secreta contra a Russia soviética - Capitulo XX



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LIVRO III 
A QUINTA-COLUNA NA RÚSSIA
CAPITULO  XIX  -  O FIM DO ATALHO



 — 1.Tukhachevsky
 — 2. O julgamento do Centro ParaleloTrotskista 
— 3. Ação em maio 
— 4. Fin

A guerra secreta contra a Russia soviética - Capitulo XX

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Sobre a Violação Da Unidade Encoberto Com Gritos de Unidade

Lênin


índice


I. Sobre o «fraccionismo»
II. Sobre a Cisão
III. Sobre a Desagregação do Bloco de Agosto
IV. Conselhos de um Conciliador ao «Grupo de Sete»
V. As Concepções Liquidacionistas de Trótski




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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Contribuições de Stáline para a Ciência Militar e Política Soviética (IV)

Josef  Stálin

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Contribuições de Stáline para a Ciência Militar e Política Soviética (IV)

Fonte - Para História do Socialismo

Manifesto do Partido Comunista



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Manifesto Do Partido Comunista

Fonte - PCP

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Polêmica sobre documentário na Rússia: "Na URSS, todos tínhamos sol e pão suficiente"




Sobre a transmissão na TV russa do documentário “URSS, o naufrágio”
1º DE FEVEREIRO DE 2012
Na segunda quinzena de dezembro, num canal de televisão russo, transmitiram um documentário, um projeto de Dmitri Kiselev, chamado “URSS, o naufrágio”. Nos anos 90, o novo governo nos prometia abundância. A mesma foi recebida em sua totalidade. Gostaria parabenizar o autor da película, por nos recordar que, uma vez, fomos pessoas que viveram num grande país, onde ninguém se apontava com o dedo, discriminava: “você é russo, porém você não é russo”. Todos nós tínhamos sol e pão em quantidade suficiente, todos nós éramos soviéticos.
A nostalgia pela União Soviética só não é sentida por aqueles que tiveram tempo de roubar, durante a chamada perestroika, e se bronzeavam nas Ilhas Canárias e em Courchevel. Inclusive, é provável que não vivam em paz. Hoje, estão nas Ilhas Canárias e, no futuro, talvez na cama. Nós, seguíamos tranquilos para a cama e, calmamente, despertávamos pela manhã, sabendo que no dia seguinte teríamos trabalho, que no dia 10 receberíamos o pagamento e, no dia 25, o antecipado.
Não tive que pagar pela escola e pela universidade, pois recebíamos uma boa educação, com a qual podíamos encontrar facilmente trabalho no exterior. Éramos curados e tínhamos nossa saúde tratada de forma gratuita. Em julho de 2010, minha prima morreu de câncer. Ela era pensionista, não dispunha de 30.000 rublos para uma operação que, nem sequer, davam garantia. Esteve internada durante vários meses. As dolorosas injeções também foram custeadas por ela. Eis aqui os encantos do rico capitalismo!
Antes da queda da URSS, histórias terríveis no rádio e na televisão não nos assustavam. Nós, com alegria, escutávamos notícias de que, em algum lugar, surgia uma nova fábrica, sobre alguém ter voado para o espaço novamente. Atualmente, a história do dia é: em algum lugar, uma casa para idosos foi incendiada, num outro lugar um edifício desabou, em outro um pesquisador foi assassinado, em outro um deputado... Vivemos atrás das portas de ferro, temendo os vizinhos. A moral caiu por terra. O roubo e a fraude se converteram num negócio. Os ladrões estão no poder. O assassinato já não surpreende ninguém, se convertendo num padrão de vida.
Nos anos 90, o novo governo nos prometia abundância, criticando o governo soviético pelas prateleiras vazias. Recebemos abundância em totalidade. A salsicha, nos anos 80, custava 1 rublo e 40 centavos e eram feitas de chá e carne. Agora, a salsicha é feita de pudim de soja e papel higiênico, custa 200 rublos o quilo e está nas prateleiras. Não porque tenham se convertido em abundância, mas devido ao fato de que muitos não possuem condições de comprá-la. Os centavos ganhos no trabalho não são suficientes. Os atrasos no salário de vários meses, também se converteram em padrão.
Nos anos 80, todos os trabalhadores podiam permitir-se tirar férias para descansar e embarcar numa viagem pela União, que, às vezes, era completamente gratuita. Agora, pouquíssimas pessoas viajam de férias. O valor do documentário em questão também está relacionado ao fato de vermos, mais uma vez, o rosto daqueles que, sem limite em seus próprios interesses e ambições, traíram nosso país. Agora, estão sendo vistos por aqueles que nasceram nos anos 90, e que não os conheciam.
Foi triste e doloroso ver a bandeira soviética, a bandeira que era o emblema dos construtores, daqueles que cultivavam a terra, a bandeira dos criadores. Ela está dolorosamente gravada na alma das palavras do apresentador Kiseliov. Contudo, em suas palavras, a sigla da URSS soa como o desafio soviético, inspira otimismo e esperança. Cedo ou tarde, a União Soviética voltará. A história às vezes se repete. Na França, depois da vitória da revolução burguesa, ocorreu a restauração dos Bourbons. No entanto, ela foi apenas temporária. O atual regime depredador da Rússia não durará muito tempo, cairá de todas as maneiras. Daí, um sistema justo regressará.
(Traduzido por A. Morada, de Aporrea. Retirado do periódico “Sovietskaia Rossia” № 4 -13657-, 19 de janeiro de 2012)
Tradução: Maria Fernanda M. Scelza (PCB)

Fonte - PCB

Marx hoje: alguns conceitos introdutórios



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Marx hoje: alguns conceitos introdutórios

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Kim Jong Il estará sempre com o povo coreano e com os povos progressistas do mundo



Kim Jong Il nasceu no dia 16 de Fevereiro de 1942, no Monte Paektu, antigo cenário principal da Luta Armada Anti-japonesa e dirigida pelo futuro Presidente Kim Il Sung no período em que a Coreia se encontraba sob a ocupação militar do Japão.

Desde tempos remotos, a Nação coreana se refere ao monte Paektu como seu monte sagrado.

A grande cordilheira Paektu atravessa longitudinalmente a Península Coreana desde o monte Paektu até Kujae, na costa meridional da Coreia.

O fundador da Coreia Socialista, Presidente Kim Il Sung, levou a cabo a Luta Armada Antijaponesa tendo o monte Paektu como cenário principal de tal luta. Na época, o Quartel General do Exército Popular da Coreia ficava localizado num acampamento secreto no Monte Paektu, onde nasceu Kim Jong Il.

Sua casa natal está localizada no vale Sobaeksu, no monte Paektu.

Logo em frente à sua casa, está localizado um cristalino riacho de mesmo nome. Ao redor da casa, há um pico com as palabras “Pico Jong Il” cravadas, em homenagem ao respeitável nome de Kim Jong Il.

Os coreanos veneram e enaltecem Kim Jong Il, e sempre visitam sua casa natal no Monte Paektu, cujo pátio é cenário de solenes atos festivos por ocasião do dia de seu nascimento. As músicas temáticas de sua casa natal são as favoritas das pessoas.

Muitas pessoas dos cinco continentes visitam sua casa natal.

Dianta da sua casa, muitas personalidades de diversos círculos políticos e sociais, procedentes de varios países, efetuaram, em vésperas de 16 de fevereiro de 2002, um ato para saudar o Sol do Século XXI. Na cerimônia, foram lançados fogos de artifício, foram feitas varias músicas em homenagem a este grande homem. A Canção ao General Kim Jong Il foi definida como canção máxima do povo coreano.

Entregando-se de corpo e alma à edificação de um próspero e poderoso país socialista, prosseguiu em melhorar a vida da população. Continuou, sem descansos ou treguas, a marcha forçada realizando intensas viagens de orientação. Faleceu no dia 17 de dezembro de 2011, dentro de um trem, cumprindo seu deber. Entre as causas de sua norte, encontra-se o acumulado esgotamento físico e mental.

Ainda que o Dirigente Kim Jong Il tenha falecido, ele estará vivo eternamente no coração do povo coreano e dos povos progressistas do mundo e, sob a máxima direção do Dirigente Kim Jong Un, o povo coreano construirá uma próspera potência socialista, custe o que custar.




A causa da independencia da humanidade avança, independente das adversidades, sob as orientações do dirigente Kim Jong Il, Dirigente da República Popular Democrática da Coreia.

Extraordinárias atividades ideológico-teóricas

Kim Jong Il desenvolveu a ideología revolucionária do Presidente Kim Il Sung (1912-1994) como integridade de uma ideologia, teoría e metodología originais, a qual um passo sem igual para a realização da causa da independencia da humanidade.

Escreveu a obra Sobre a Ideia Juche (março de 1982) e muitas outras obras para enriquecer, desenvolver, sintetizar e sistematizar a Ideia Juche, teorizada pelo Presidente Kim Il Sung, a qual foi propagada com rapidez por todo o mundo, sendo reconhecida amplamente como ideologia diretriz da causa independência e chegando a ser uma poderosa arma teórico-ideológica para os povos progressistas em busca da construção de uma nova sociedade, libre da opressão, da dominação e da subjugação.

Kim Jong Il formulou impecavelmente as ideias e as teorías do socialismo.

A fins do século pasado, quando os imperialistas, aproveitando a queda de varios países socialistas e falavam abertamente no “fim do socialismo”, o camarada Kim Jong Il publicou varias obras, entre as quais “Lições históricas da construção socialista e a linha geral de nosso Partido” (janeiro de 1992), “A difamação do socialismo não será tolerada” (março de 1993) “O Socialismo é uma Ciência” (Novembro de 1994), “Priorizar o trabalho ideológico é requisito indispensável para a vitória da causa socialista (junho de 1995)”, nas quais evidenciou a veracidade e a justeza do socialismo, assim como a inevitabilidade de sua vitória, e esclareceu universalmente problemas de orden teórica e ideológica na realização da causa da independencia da humanidade.

A original linha política

Depois do término da Guerra Fria, os Estados Unidos se autoproclamaram a “única superpotencia do mundo”, e outras forças imperialistas, aproveitando o desequilibrio de forças existente no planeta, trataram de tentar acabar com a causa da independencia da humanidade.

Exerceram a arbitrariedade e o despotismo na arena internacional, e levaram a cabo abertamente agressões e intervensões contra varios países.

Particularmente, lançaram de forma articulada uma ofensiva geral contra a Coreia que, com a bandeira antimperialista e da independencia, marchava firmemente pelo campinho do socialismo, nos planos político, militar, económico, cultural, diplomático.

Frente a tal situação, Kim Jong Il teorizou o Songun como a política fundamental do socialismo.

O Songun fortaleceu extraordinariamente a capacidade de defesa da Coreia, que se tornou um poderoso país que inimigo algum ousou tocar.

Defendeu a soberanía e o socialismo da Coreia e garantiu dignamente a paz e a segurança na Península Coreana, assim como no Nordeste e, em menor escala, no resto do mundo.

O povo coreano está disposto a enaltecer eternamente o grande Dirigente Kim Jong Il e, sob a direção do máximo Dirigente Kim Jong Un, ser a fiel à sua causa e à sua ideologia por séculos e séculos.


Da Redação, com Embaixada da RPD da Coreia no Brasil.

LÊNIN - SUA VIDA E SUA OBRA (13)




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sábado, 11 de fevereiro de 2012

A constelação dos falsificadores da História



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A constelação dos falsificadores da História

Fonte - A Hora do Povo

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Capachos projetam no gigante Stalin a sua tara



Publicado em A Hora do Povo - 3 dez. 2004

Não existe, em toda a História da Humanidade, uma figura humana que encarne mais íntegra, honrada e firmemente a Revolução do que o “maravilhoso georgiano”. Sua trajetória incrivelmente clara e definida não deixa espaço para a impostura tão cara aos fariseus

O sr. Ruy Fausto é um desses charlatões que gostam de se sentir muito avan-çados, progressistas e libertários, mas não dispensam jamais a aprovação e o beneplácito da casta dirigente, em especial de banqueiros, imperialistas, vende-pátrias e sua imprensa.

Não há quem fariseus desse tipo odeiem mais do que Stalin. Porque não existe, em toda a História da Humanidade, uma figura humana que encarne mais íntegra, honrada e firmemente a Revolução do que o “maravilhoso georgiano”. A trajetória incrivelmente clara e definida de Stalin não deixa nenhum espaço para a impostura tão cara a esses elementos. Ela deixa claro que é impossível seguir o caminho de Deus com o aplauso do Diabo, que este não hesita em obstaculizar tal caminho das formas mais sórdidas e criminosas, que é preciso escolher entre a cruz e a caldeira, e que às vezes, infelizmente,  essa escolha é dura, difícil e traumatizante. Entre o povo e seus vampiros, a verdade e o embuste, a justiça e o crime, a honra e a covardia, Stalin nunca vacilou – e jamais houve alguém tão lúcido, firme e incor-ruptível nisso quanto ele. É o que esses pigmeus sem caráter, sem vértebra e sem moral não podem lhe perdoar.
Tanto pior para eles.

Os serviçais da opressão e do parasitismo consumiram montanhas de papel e oceanos de tinta para caluniar o gigante. Mas sempre chegam à conclusão que não adiantou, que o serviço não foi convincente. E assim, cada um mais pedante, pernóstico e ridículo que o outro, se revezam em achar que agora sim, vão obrar algo que deixará a coisa clara. Apenas para perceber mais a frente que sua obra sumiu na poeira do tempo e Stalin torna-se a cada dia maior do que era.

O dr. Fausto resolveu escudar-se em duas inconformadas algaravias contra o guia genial dos povos. Uma delas é daquela besta, o Dmitri Volkogonov, general de fancaria excretado pelo exército soviético, favorito do beberrão, renegado e vende-pátria Boris Ieltsin, que já tivemos oportunidade de abordar séculos atrás. A outra é de um tal Simon Sebag Montefiore, que em 816 páginas perpetrou “Stalin – A Corte do Czar Vermelho”. É cômico que o dr. Fausto pretenda dar foros de coisa séria a uma cretinice primária como essa.

Ele diz que “a maneira pela qual Stalin liquida os seus companheiros de partido durante o grande terror é um verdadeiro clássico da brutalidade e da abjeção”. Que “Kamenev e Zinoviev já tinham capitulado de um modo humilhante nos anos 20, mas só são processados nos anos 30”, com as “acusações mais estapafúrdias, de traição e conspiração”.

Brutal e abjeto, dr. Fausto, é como você se apóia no que há de mais corrompido e obscurantista no mundo atual, bem como nos raciocínios mais estúpidos, para injuriar quem vale um milhão de vezes mais do que você, e esfregar-se nessa escória que você se empenha em agradar. Quer dizer que para você é um absurdo, uma “acusação estapafúrdia”, ver traição e conspiração em Kamenev e Zinoviev. Agora, ver em Stalin traição e conspiração contra esses teus dois pigmeus, já isso você não acha nenhuma “acusação estapafúrdia”, não é, dr. Fausto? Que o homem que levantou e construiu o partido na clandestinidade enquanto Lênin estava exilado, que para isso enfrentou 6 prisões na Sibéria e de lá evadiu-se todas as 6 vezes, que comandou a organização do partido durante a insurreição – como se sabe, foi o partido quem fez a insurreição, após o que passou o poder para os soviets – que nos anos 20 derrotou sem dificuldade todos esses teus heróis da “oposição” a Lênin na polêmica literária e nas discussões do partido, que dirigiu a maior revolução e o maior trabalho de construção da História da Humanidade, que derrotou a maior e mais sanguinária máquina de guerra jamais havida,  ver num dirigente assim necessidade e possibilidade de traição e conspiração contra Zinoviev, Kamenev e outros entes errantes, isso você não acha nenhum absurdo, nenhuma “acusação estapa-fúrdia”!

Não, dr. Fausto. Não foram Stalin, Zdanov, Molotov, Vorochilov, Malenkov e outros os traidores e conspiradores, os “repugnantes pelo amoralismo e pela mediocridade”. Repugnante pelo amoralismo se arrisca a ser você, pois se revela incapaz de discernir entre um homem honrado e um traidor, um verme. Já medíocre nós não podemos dizê-lo: você é muito menos do que isso. Esses que você cita foram grandes, gigantes, no compromisso com o povo, com os companheiros e com a Humanidade. Os traidores e conspiradores, por mais que isso doa e incomode a você e a todos os reacionários, foram mesmo Zinoviev, Kamenev, Bukarin, Trotsky e outros fariseus. Trotsky, no exílio, não tinha necessidade de esconder e não escondia isso: “somente o assassinato pode remover Stalin”, afirmou ele ao New York Evening Journal, em 26 de janeiro de 1.937. É possível ser mais claro? Só quem não se deu ao trabalho de estudar as milhares de páginas das atas dos processos – mas apesar disso pontifica esta e aquela “convicção” – os milhares de documentos, testemunhos e depoimentos, vivos, dramáticos, emocionados, a guerra entre a promotoria e os depoentes, as idas e vindas, as hesitações, os choros, as versões gradativamente se aclarando e se encaixando, só quem não viu nada disso ou é hipócrita pode ter qualquer dúvida de que todos esses membros da “oposição” se uniram numa conspiração sórdida para derrubar, através da sabotagem, do terrorismo, do assassínio e do putsch quem os havia derrotado através do debate público e de discussão partidária, única e simplesmente porque tinha razão e apontara o caminho correto. Nisso Trotsky estava certo: não havia outra forma de “remover” o homem que isolara os pedantões, descrentes e capituladores e unira o povo russo num caminho radioso de progresso e solidariedade senão o assassinato. Mas essa forma também não prosperou, e custou um alto preço aos conspiradores. As sessões do Tribunal foram públicas, assistidas por todo o corpo diplomático e correspondentes de todos os principais jornais do mundo. Não por acaso nem um só desses senhores expressou qualquer dúvida a respeito da veracidade de suas conclusões. Agora têm que correr atrás do prejuízo, encher páginas e mais páginas de lorotas e conversa fiada, sem convencer verdadeiramente – mais além e mais fundo que a hipocrisia – a quem quer que seja, por uma simples razão: porque não é verdade.

Por que “Zinoviev e Kamenev capitularam de modo humilhante nos anos 20”? Porque, ao contrário de Trotsky, reconheceram, depois de muita resistência, que estavam errados ao afirmar que não era possível construir o socialismo na URSS enquanto outros paises da Europa não fizessem a sua revolução? O que há de humilhante nisso? Se houvesse alguma humilhação seria em terem adotado essa tese obviamente de fuga, de capitulação, não em a terem abandonado. E como poderiam participar da construção do socialismo iniciada entusiasticamente por todo o povo soviético, se continuassem afirmando que isso era impossível? Só os pernósticos que não erram nunca acham humilhante reconhecer um erro. Mas toda a humanidade progressista vê com admiração os que sabem reconhecer e corrigir seus erros. Essa é uma grande qualidade, não um defeito, não uma humilhação. Stalin acreditou na sinceridade da autocrítica de Zinoviev e Kamenev. Por isso os chamou e a outros para o ministério, e confiava neles. Mas eles eram do tipo do dr. Fausto: eram incapazes de corrigir seus erros e consideravam a autocrítica uma humilhação. Tivessem ou não consciência disso, o tempo demonstrou que apenas aguardavam uma oportunidade de voltar à carga. Eram pequeno-burgueses demais, egocêntricos demais para reconhecer a força do que está fora deles, a força do coletivo, a força do povo, a força da vida, e insistiam em avaliar as possibilidades da URSS a partir de suas míseras possibilidades de enfatuados pequeno-burgueses que queriam continuar se sentindo o centro do mundo. Não admitiam que a revolução fosse até onde eles não conseguiam ir, e quiseram pará-la na marra. Por isso foram atropelados por ela. Não é uma coisa alegre, mas é inevitável. Pior seria se tivessem conseguido parar a revolução e a entregar à sanha do inimigo.

É inteiramente inveros-símil essa vossa versão de que Stalin e seus companheiros “riam a não poder mais” do espetáculo de covardia de Zinoviev diante da morte. Essa é uma afirmação estúpida, ridícula. Stalin não era do tipo que vê graça no que é deprimente. Sabe de onde você e suas “fontes” tiram isso, dr. Fausto? De vocês mesmos. Vocês ainda não fizeram, e provavelmente jamais farão, a vossa escolha entre deus e o diabo. Vocês são pessimamente resolvidos. Por mais que tentem esconder e sufocar o diabo que trazem dentro de si, ele vive a lhes pregar peças. Vocês morrem de medo dele, de que ele, entre outras coisas, os faça rir do que não tem graça nenhuma. Mas, naturalmente, vocês preferem projetar essa vossa tara em quem não tem nada a ver com ela. Quanto a esse “bufão” que arremedava Zinoviev e seu sotaque ídiche, que também era judeu e que posteriormente foi também fuzilado, é possível sim, dr. Fausto. Não seria Rosengoltz? Ele tentava afastar as suspeitas de si, e, fiel a si próprio, acreditava que não havia forma melhor de fazê-lo que tripudiando sobre o comparsa. Eles eram exatamente assim. Uma coisa sórdida, não é mesmo? Mas você pode ficar tranqüilo: se isso realmente aconteceu, Stalin não viu graça nenhuma. E deve ter desconfiado. Os canalhas não eram tão espertos quanto pensavam.

 Bem, dr. Fausto, vamos ficando por aqui. Já nos estendemos muito. Até uma próxima oportunidade. 

J.P.M.

Por que estudar Stalin?



 



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Por Que Estudar Stalin?

Lênin está sempre com você ( Tributo a Lênin )

LÊNIN - SUA VIDA E SUA OBRA (12)



INSTITUTO MARX-ENGELS-LÊNIN-STÁLIN. Lênin (biografia). Rio de Janeiro, Editorial
Vitória, 1955.


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LÊNIN - SUA VIDA E SUA OBRA (12)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Em Torno dos Problemas do Leninismo



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Em Torno Dos Problemas Do Leninismo

Fonte - marxist.org

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ENTREVISTA DE STÁLIN A ROY HOWARD


Esta entrevista se encontra completa no vol. XIV, pág. 133-147 das Obras Completas de Stálin, em inglês. No Brasil as obras de Stálin foram lançadas apenas até o volume VI.


No dia 1º de março de 1936, o Camarada Stálin deu uma entrevista a Roy Howard, presidente da Scripps-Howard Newspapers.


[...]

Howard: Que situação ou condição, na sua opinião, fornece a principal ameaça de guerra hoje?

Stálin: O capitalismo.

Howard: Qual aspecto específico do capitalismo?

Stálin: Seu aspecto imperialista, usurpatório. Lembre-se de como a Primeira Guerra começou. Ela surgiu do desejo de redividir o mundo. Hoje nós temos o mesmo cenário. Há estados capitalistas que consideram que foram trapaceados na última redistribuição de esferas de influência, territórios, fontes de matérias-primas, mercados, etc, e que gostariam de uma outra redivisão que lhes favorecesse. O capitalismo, na sua fase imperialista, é um sistema que considera a guerra um instrumento legítimo para decidir controvérsias internacionais, um método legal de fato, se não uma lei.

Howard: Não poderia haver um elemento de perigo no medo existente por parte dos países que você chama de capitalistas em relação a uma tentativa da União Soviética de forçar suas teorias políticas sobre outras nações?

Stálin: Não há justificação alguma para tais receios. Se você pensa que o povo soviético quer mudar os estados vizinhos, e ainda mais por meio da força, você está completamente enganado. Claro, o povo soviético gostaria de ver os estados vizinhos transformados, mas isso é uma questão dos estados vizinhos. Eu não consigo ver que perigo esses estados podem perceber nas idéias do povo soviético se eles estão realmente andando na linha.

Howard: Isso significa, então, que a URSS abandonou seus planos de uma revolução mundial?

Stálin: Nós nunca tivemos tais planos.

Howard: Mas você sabe, Sr. Stálin, que grande parte do mundo tem uma impressão diferente sobre isso.

Stálin: Isso é consequência de uma má interpretação.

Howard: Uma trágica má interpretação?

Stálin: Não, uma cômica má interpretação. Uma tragicômica, talvez.

Veja que nós, marxistas, acreditamos que a revolução acontecerá em outros países. Mas ela só acontecerá quando os revolucionários destes países acharem que isso é possível, ou necessário. Exportar a revolução não faz sentido. Cada país fará sua própria revolução se quiser, e se não quiser, não fará revolução nenhuma. Nosso país, por exemplo, quis fazer uma revolução e a fez, e agora estamos contruindo uma nova sociedade, sem classes. Mas afirmar que nós queremos fazer uma revolução em outros países, interferir em suas vidas, é dizer uma inverdade, é afirmar o que nunca defendemos.

[...]


Howard: Reconhecidamente o comunismo ainda não foi alcançado na Rússia. Um socialismo de estado é o que foi construído. Mas não afirmam o fascismo na Itália e o Nacional-Socialismo na Alemanha terem obtido resultados semelhantes? Não chegaram a isso às custas da liberdade individual sacrificada pelo bem do estado?

Stálin: O termo "socialismo de estado" é inexato. Muitas pessoas tomam este termo como significando o sistema sob o qual uma certa parte da riqueza, algumas vezes uma parte considerável dela, passa para as mãos do estado, ou fica sob o seu controle, enquanto que na maioria absoluta dos casos a maquinaria, as fábricas e as terras permanecem como propriedade privada das pessoas. Isso é o que algumas pessoas entendem por "socialismo de estado". Algumas vezes este termo significa um sistema sob o qual o estado capitalista, visando preparar ou financiar uma guerra, administra um certo número de empreendimentos privados às suas próprias custas. A sociedade que nós construímos não pode de forma alguma ser chamada de "socialismo de estado". Nossa sociedade soviética é uma sociedade socialista, pois a propriedade privada das fábricas, da maquinaria, da terra, dos bancos e do sistema de transporte foi abolida e a propriedade pública foi colocada em seu lugar. A organização social que nós criamos pode ser chamada uma organização socialista soviética, não totalmente completa, mas fundamentalmente, uma organização socialista da sociedade. O fundamento dessa sociedade é a propriedade pública: estatal, isso é, nacional, e também propriedade rural cooperativa, coletiva. Nem o fascismo italiano nem o Nacional-"Socialismo" alemão tem alguma coisa em comum com tal sociedade. Principalmente porque a propriedade privada das fábricas e da maquinaria, da terra, dos bancos, do transporte, etc permaneceu intacto e, portanto, o capitalismo permanece com força total na Alemanha e na Itália.

Sim, você está certo, nós ainda não construímos uma sociedade comunista. Não é fácil construir tal sociedade. Você provavelmente está ciente da diferença entre uma sociedade socialista e uma comunista. Numa sociedade socialista algumas desigualdades na propriedade ainda existem. Mas numa sociedade socialista não há mais desemprego, não há mais exploração, nem opressão das nacionalidades. Numa sociedade socialista todos são obrigados a trabalhar, apesar de não receber, como pagamento por seu trabalho, de acordo com as suas necessidades, mas sim de acordo com a quantidade e a qualidade do seu trabalho. Isso é a razão de os salários e, além disso, os salários desiguais, ainda existirem. Apenas quando conseguirmos criar um sistema sob o qual, em retorno por seu trabalho, as pessoas receberem da sociedade não de acordo com a quantidade e a qualidade do seu trabalho, mas de acordo com as suas necessidades, será possível dizer que construímos uma sociedade comunista.

Você diz que para construir nossa sociedade socialista nós sacrificamos a liberdade individual e passamos por privações. A sua pergunta sugere que a sociedade socialista nega a liberdade individual. Isso não é verdade. Claro, para construir algo novo uma pessoa precisa economizar, acumular recursos, reduzir o consumo por algum tempo e pegar emprestado de outras pessoas. Se uma pessoa quer construir uma casa ela economiza dinheiro, corta algumas despesas por um tempo, pois de outra forma a casa nunca seria construída. E quanto mais isso não se aplica quando se trata de construir uma nova sociedade humana? Nós tivemos que reduzir as despesas por um tempo, coletar os recursos necessários e empregar um grande esforço. Isso é exatamente o que nós fizemos e assim construímos uma sociedade socialista.

Mas nós não construímos essa sociedade para restringir a liberdade pessoal mas sim para que o indivíduo possa se sentir realmente livre. Nós o construímos por causa da verdadeira liberdade individual, liberdade sem aspas. É difícil pra mim imaginar que "liberdade pessoal" é desfrutada por uma pessoa desempregada, que quase passa fome e não pode encontrar emprego. A verdadeira liberdade só pode existir onde a exploração foi realmente abolida, onde não há opressão de uns pelos outros, onde um homem não é assombrado pelo medo de amanhã estar sem trabalho, sem casa e sem pão. Apenas em tal sociedade a liberdade pessoal e qualquer outro tipo de liberdade possível são reais, não apenas de papel.

[...]

Howard: Uma nova constituição está sendo elaborada na URSS, estabelecendo um novo sistema eleitoral. Como poderia este novo sistema alterar a atual situação na URSS na qual apenas um partido participa das eleições?

Stálin: Nós devemos provavelmente adotar nossa nova constituição no final deste ano. A comissão responsável por elaborar a constituição está trabalhando e deve terminar seu trabalho em breve. Como já foi anunciado, de acordo com a nova constituição, o sufrágio será universal, igual, direto e secreto. Você deve estar confuso pelo fato de apenas um partido participar das eleições. Você não pode ver como as disputas eleitorais podem ocorrer nessas condições. Evidentemente os candidatos serão lançados não apenas pelo Partido Comunista, mas por toda sorte de organizações públicas, não partidárias. E nós temos centenas delas. Nós não temos mais partidos de oposição da mesma forma que não temos mais uma classe capitalista se opondo à classe trabalhadora, a qual é explorada pelos capitalistas. Nossa sociedade consiste exclusivamente de trabalhadores livres da cidade e do campo - operários, camponeses, intelectuais. Cada um destes grupos pode ter interesses especiais e expressá-los por meio de numerosas organizações públicas que existem. Mas como não há classes, como as linhas divisórias entre as classes foram eliminadas, desde que apenas um pequena, mas não fundamental, diferença entre os vários estratos numa sociedade socialista permaneceram, não há espaço para a criação de partidos de oposição. Onde não há várias classes não pode haver vários partidos, pois um partido é parte de uma classe.

Sob o Nacional-"Socialismo" há também apenas um partido. Mas de nada adianta este sistema unipartidário fascista. A questão é que na Alemanha, o capitalismo e as classes ainda existem e irão emergir para a superfície a despeito de qualquer coisa, mesmo na luta entre os partidos os quais representam as classes antagônicas, como aconteceu na Espanha, por exemplo. Na Itália há também apenas um partido, o Partido Fascista. Mas de nada vai adiantar pelas mesmas razões.

Por que será o nosso sufrágio universal? Porque todos os cidadãos, exceto aquelas privados de direitos políticos pelos tribunais, terão o direito de eleger e serem eleitos.

Por que será o nosso sufrágio igual? Porque nem as diferenças de propriedade (que ainda existem em certa medida), nem raciais ou afiliações nacionais acarretará algum privilégio ou inaptidão. As mulheres terão os mesmos direitos de eleger e serem eleitas que os homens. Nosso sufrágio será realmente igual.

Por que secreto? Porque nós queremos dar liberdade completa ao povo soviético para votar em quem eles querem eleger, em quem eles acreditam que defenderão os seus interesses.

Por que direto? Porque eleições diretas para todas as instituições representativas, inclusive para os órgãos supremos, irão defender melhor os interesses dos trabalhadores de nosso país sem fronteiras.

Você pensa que não haverá disputas eleitoras. Mas haverá, e eu estou prevevendo campanhas eleitorais muito animadas. Há instituições em nosso país, e não poucas, que trabalham muito mal. Ocorrem casos em que este ou aquele órgão do governo local não consegue satisfazer as multivariadas e crescentes exigências dos trabalhadores da cidade e do campo. Você construiu uma boa escola ou não? Você melhorou as condições de moradia? Você é um burocrata? Você ajudou a fazer o nosso trabalho mais efetivo e nossas vidas mais civilizadas? Tais serão os critérios pelos quais milhões de eleitores medirão a aptidão dos candidatos, rejeitandos os inapropriados, riscando seus nomes das listas de candidatos, e promovendo e indicando os melhores. Sim, as campanhas eleitorais serão animadas, serão conduzidas em torno de numerosos e críticos problemas, principalmente de natureza prática, de primeira classe para o povo. Nosso novo sistema eleitoral irá enxugar todas as instituições e organizações e obrigá-las a melhorar seu trabalho. O sufrágio secreto, universal e direto na URSS será um chicote nas mãos da população contra os órgãos do governo que trabalham mal. Em minha opinião nossa nova constituição soviética será a mais democrática constituição do mundo.

Pravda
5 de março de 1936


Tradução de Glauber Ataide

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