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quinta-feira, 11 de abril de 2013

CONFERÊNCIA “COM STALIN”. Relatório de Marco Rizzo, Secretario Nacional do CSP (Comunisti Sinistra Popolare,



Comunisti Sinistra Popolare

NÃO FALHOU O SOCIALISMO, FALHOU A REVISÃO DO SOCIALISMO!!!
CONFERENCIA “COM STALIN”. FLORENÇA 17 MARCO 2013 
RELATÓRIO POR MARCO RIZZO, Secretario Nacional do CSP – PARTIDO COMUNISTA


Consideramos (felizmente) terminada a temporada do ecletismo duvidoso, da exaltação dos particularismos que, nos últimos anos, ajudou a destruir identidade e perspectiva para aqueles que queria referir-se com consistência ao comunismo, para reduzir, enfim,  a nada de teórico e organizacional. Neste caminho, precisamente como comunistas, tomamos "carga" a história do movimento comunista internacional e reivindicamos o "”impulso” da Revolução de Outubro, a construção do socialismo na URSS e a figura de Stalin, seguidor da obra de Lenin, indicando nos processos de revisionismo de aquela experiência uma das causas da falencia que, de fato, é atribuída exclusivamente à sua degeneração e certamente não à sua essência. A falha da URSS è a falha do revisionismo, de Kruschev à Gorbachev. 

NÃO FALHOU O SOCIALISMO, FALHOU A REVISÃO DO SOCIALISMO!

Seria um pouco or assim dizer, olhando hoje à miséria da política e da sociedade italiana, que a culpa é dos partidários que fizeram a Resistência. Neste sentido, a figura de Stalin não deve ser tomada como um "fetiche", mas servirà, junto com Marx, Engels, Lênin, Gramsci e outros grandes da "nossa" história, por um lado como um ponto teórico de atualização da teoria marxista-leninista e, por otro lado, como um "divisor de águas" para a construção prática do partido. Na Itália a ditadura da burguesia te “permite"    mesmo (até agora) de ser "comunista", mas não suporta, não admite o "stalinismo".

Há muitos (demasiados) os que são dobrados para este diktat na Itália (que nem sequer Stalin definia-se stalinista, o marxismo-leninismo é uma referência política e ideológica): quem não se sente de responder adequadamente ao pensamento único da burguesia nunca vai fazer uma contribuição real para a construção do Partido Comunista.  Em face à clara ditadura da burguesia globalizada tem necessidade desenvolver o conceito de ditadura do proletariado, de que nenhuma parte do povo têm nada de temer, poique è verdadeira "democracia para todos". 

O 7 de Novembro de 95 anos atrás, milhões de trabalhadores, camponeses e soldados, liderados por Lênin, líder do Partido Bolchevique, cumpriram pela primeira vez na história da humanidade, a mais grande revolução popular capaz de derrubar do poder a burguesia, estabelecendo um novo poder trabalhador e popular fundado nos Soviét como a base do novo Estado Socialista.

Isso aconteceu por o concentrar-se, naquele país, de algumas contradições do capitalismo que levaram-o à ser o anelo fraco da cadeia imperialista, mas também para a construção, ao longo de muitos anos, duma forte liderança política revolucionaria que foi capaz de combinar, em todas as fases de desenvolvimento dos eventos, uma adequada análise de classe do imperialismo e do capitalismo com uma determinação corajosa e oportuna dos tarefas da vanguarda organizada da classe operária do povo: o Partido Comunista.
Só assim foi possivel, no curto espaço de alguns dias, mover a balança de poder em favor das forças proletárias e estabelecer o poder dos Soviet, derrotar a reação interna dos capitalistas e latifundiários e, mais tarde, no curso de uma longa guerra civil, repelir o ataque de 15 exércitos estrangeiros, que tem desencadeados no primeiro ataque feroz contra a Rússia Soviética, a fim de matar no berço a jovem revolução, no interesse do capital financeiro internacional.

A história do estado, que, após a vitória contra a invasão estrangeira, será chamada União Soviética é a história da construção do primeiro estado socialista do mundo que desde 1937 tornarà-se a segunda potência industrial do mundo. E que, com a força econômica e política acumulada, soube rejeitar o segundo ataque traiçoeiro das forças imperialistas europeas e mundiais em 1941, esta vez na forma das armadas nazi-fascistas, perseguindo o inimigo até a sua capital, Berlim, hasteando na sede da Reichstag a bandeira vermelha da União Soviética e da revolução proletária.

A história do primeiro estado socialista terminarà em 1991 com a restauração do capitalismo e a anulação das grandes conquistas sociais que naquel experimento foram realizados, devido às pressoes internacionais, mas sobretudo, ao advento na sua liderança política de forças que, na base de uma completa revisão dos princípios e valores do marxismo-leninismo, a partir de 1953 e ao longo das décadas seguintes, começaram a perseguir a quimera da conjugação do planejamento com o mercado, na verdade perseguindo o modelo do capitalismo na competição internacional, sofrendo a sua profunda influência para se tornar subordinados e finalmente derrotados.
Esse triste final da história do socialismo realizado durante o século XX, longe de fazer desaparecer as razões da emancipação proletaria, é, para todos os comunistas fonte de grandes ensinamentos.
Antes de tudo, è a confirma da tese leninista que, mesmo apos de uma ou mais derrotas, a burguesia não desiste nas tentativas de restaurar o seu poder, a que se pode resistir com sucesso somente consolidando o poder popular e não imitando as leis da sua ordem social.
Além disso, confirma-se valida a tese de que só com uma forte política de concorrência, à nível internacional, o socialismo pode contrariar a hegemonia do capitalismo e limitar cada vez mais o seu âmbito de aplicação, e não com a chamada política de "coexistência pacífica" perseguida pelo XX Congresso do PCUS em diante.

Finalmente, podemos aprender, da tuda a história do ‘900 que a luta contra o revisionismo político e ideológico dentro do movimento operário e comunista deve, sempre, ser conduzida de forma aberta e sem omissões, envolvendo, nesta luta não apenas os militantes de partido mas as mais amplas massas que, sò se informados e conscientes do seu papel histórico, podem ser permanentemente protagonistas da construção da nova sociedade.

Na base destes princípios e dos ensinos tragicos que nos vêm da história, confirmamos a relevância de uma identidade comunista, a necessidade de reconstruir o Partido Comunista na Itália e o movimento comunista internacional, inspirando-se fortemente da nossa história, da construção do socialismo como da restauração do capitalismo, do exemplo grande e universal da Revolução Proletária e Socialista de Outubro que abriu uma nova fase da história humana, e que continua a ser a do imperialismo como fase final do capitalismo e das novas revoluções proletárias que os comunistas e os povos serão capazes de alcançar para construir com o poder trabalhador e popular o socialismo e o comunismo.

O pensamento e a obra de Stalin como guia, fundação e distinção para a construção de um verdadeiro e moderno Partido Comunista.

Não nos propusemos a tarefa, neste contexto, de re-estabelecer a verdade sobre uma das personalidades mais impressionantes da história humana e sobre a sua obra. Este foi com eficaz jà feito pelos historiadores eminentes, estudiosos e líderes do movimento comunista internacional.

Quanto a nós, temos ha tempo rejeitado e condenado a demonização da figura de Stalin como uma das formas mais insidiosas de anti-comunismo, muito difundida nas fileiras da chamada "esquerda", também de que é chamada "antagonista" ou "radical",  recuperando totalmente a contribuição  teórica e os ensinos que podem ser tiradas a partir do estudo da prática política stalinista, que reivindicamos e tomamos como herança do movimento operário e comunista internacional e do nosso Partido.

Não menos perigosa e, portanto, da ser combatida com vigor, é a tendência, infelizmente afirmada-se em algumas partes do Movimento Comunista Internacional, de fazer Stalin um ícone, uma cortina de fumaça, escondendo sob uma afirmação radical de "duros e puros" as falhas piores oportunistas e os mais vergonhosos abaixamentos ao inimigo de classe.

Enquanto os anticomunistas, de direita e de esquerda, vem em Stalin o diabo personificado, os modernos oportunistas celebram  mesmo o seu papel do grande estadista e habil estrategista militar, mas deliberadamente obscuram ou estao em silêncio sobre o que Stalin, em primeiro lugar, é: um grande líder revolucionário comunista.

Este é o aspecto de Stalin que eles mais temem e, por isso, tentam de esconder e esquecer. Isso, è, ao contrario, precisamente o que nós assumimos em modo absolutamente nao testemunhal, destacando o seu papel de liderança da primeira revolução proletária e do primeiro estado socialista do mundo, atraindo todos o ensino possível, em termos da teoria e prática revolucionária.

É difícil encontrar na história uma figura igualmente amada ou odiada, como Stalin.

Amada pelas massas profundas do povo, com que ele tinha conseguido de estabelecer um grau de entendimento e comunicação inigualável, graças à sensibilidade aguda política, capaz de compreender e sintetizar as aspirações e necessidades das massas, ào perfeito conhecimento da realidade russa e soviética (Stálin é o único entre os principais líderes bolcheviques para não ter embarcado o caminho da emigração politica no exterior no período pré-revolucionário) e à capacidade de comunicar conceitos políticos, econômicos, filosóficos, complexos em modo simples e de fácil acesso, educando assim o proletariado para a gestão effectiva do seu estado e ao exercício do próprio poder.

Figura odiada e temida pelo inimigo de classe do proletariado, pelos reacionários, os social-democratas, os revisionistas, os trotskista e os oportunistas de cada tipo para a coerência extrema entre pensamento e ação, entre teoria e prática, para o rigor da análise, para a implacável defesa do marxismo-leninismo contra todas as formas de distorção ou desvio, tanto extremista como social-democrata, para a clareza límpida da perspectiva e do objectivo final.

Diante deste contexto, uma vez que seria impossível abordar seriamente toda a amplitude e complexidade do pensamento e da obra de Stalin, em um discurso de alguns minutos, por isso, nos limitaremos de analisar o seu ensino com relação à teoria da revolução proletária e da ditadura do proletariado.

E' necessário, neste momento, fazer uma breve reflexão preliminar sobre o termo "stalinismo".

O termo foi originalmente cunhado com uma conotação fortemente negativa e pejorativa pela oposição trotskista no final dos anos ‘20. Como é sabido, o conceito de "revolução permanente e planetária" que os trotskistas, dogmaticamente e oportunisticamente, cultivavam em oposição à realística concepção leninista da "construção do socialismo em um país individualmente dado" (1), levava-os à negar o caráter socialista da União Soviética porque, para eles, a priori impossível  de distorcer a realidade, espalhando uma distorcida e falsa imagem e identificando o poder soviético com a "ditadura pessoal de Stalin".  De aqui, o termo improprio de "stalinismo", usado para apresentar em modo falsante a ditadura proletária na União Soviética, que concretamente estava desenvolvendo nas datas condições históricas dos anos ‘20 e ‘30.
Desde então e até agora, o termo tem sido usado quase exclusivamente em um sentido depreciativo - sempre em modo impróprio e enganador - como sinônimo de totalitarismo, autoritarismo, intolerância, repressão, e assim por diante. Mesmo aqueles partidos comunistas que rejeitaram a chamada "destalinização", que começou com as falsidades denegridores de Kruschev no XX Congresso do PCUS, em 1956, como o Partido do Trabalho da Albânia, o Partido Comunista Chinês e o Partido do Trabalho da Coreia, declararam-se nunca "stalinistas".

Na verdade, desde que Stalin era vivo, o termo nunca foi utilizado. Stalin não definia-se mesmo um "stalinista". De todos os líderes proeminentes bolcheviques, ele foi o único que não formalizou a sua contribuição teórica, por outro muito rica e criativa, como uma componente independente, em si, do marxismo-leninismo. Embora, em forte contraste com a teoria leninista, encontramos, por exemplo, o trotskismo e o bukharinismo, Stalin não contrapõe um próprio sistema de pensamento ao marxismo-leninismo, mas age como um continuador da obra e do pensamento de Lênin  desenvolvendo-os e aplicando-os de forma criativa nas condições historicamente dadas..

Stalin define o leninismo como "o marxismo da época do imperialismo e da revolução proletária. Mais precisamente, é a teoria ea tática da revolução proletária em geral, a teoria e a tática da ditadura do proletariado em particular". (3)

Nós podemos fazer uma definição semelhante do "stalinismo"?

Stalin continua a obra de Lênin em condições particulares, que podem ser resumidas:
- o mais desenvolvimento do imperialismo e intensificação das suas contradições; desenvolvimento da construção socialista em um único país; 
- início do processo de industrialização e coletivização no campo;
- intensificação da comparaçao entre sistemas;
- situaçao de conflito continuo (postumo da guerra civil, resistência armada dos kulaks, agressão alemã e guerra mundial, guerra fria).
Poderíamos, então, definir o "stalinismo" como o marxismo-leninismo  do tempo da construção vitoriosa do socialismo e da comparação intersistemica com o imperialismo, como teoria e tática da consolidação da ditadura proletaria em geral, e da construção do socialismo em particular.
Neste sentido, sim, somos "stalinistas". Caso contrário, stalinianamente, preferimos chamar-nos marxistas-leninistas.
Com todo aqui dito, podemos tirar duas considerações preliminares:
- o pensamento e obra de Stalin estão inscritas em seu próprio direito na esteira do marxismo-leninismo, desenvolvendo-o criativamente nas condições historicamente dadas;
- Stalin é principalmente um teórico e um pratico da revolução proletária, cuja contribuição para a emancipação da humanidade oprimida é extremamente actual.

Stalin e a teoria da revolução proletária

Na sua análise do processo que levou à Revolução de Outubro, no curso "Fundamentos do Leninismo",  Stalin parte dos três contradições fundamentais que caracterizam esse período:

- a contradição entre capital e trabalho que, em condições de imperialismo e onipotência dos monopólios, do capital financeiro e bancário, revela a inadequação dos métodos tradicionais de luta do proletariado (luta sindacal, ajuda mútua e cooperativizaçao, luta parlamentar), colocando-o frente à seca alternativa de dobra-se e sucumbir ou tomar o caminho da revolução;

- a contradição entre as diversas burguesias  imperialistas e os diferentes agrupamentos do capital financeiro, em luta entre eles para a divisão de recursos e escoamentos, que leva à uma competição aspérrima e também à guerra, enfraquecendo, porem, a frente imperialista e criando contemporaneamente condições favoráveis para a revolução proletária;

- a contradição entre um punhado de países avançados e  as centenas de milhões de povos coloniais e dependentes, transformados em uma reserva potencial da revolução proletária da imposição imperialista de elementos de capitalismo.

Essas condições, que fizeram inevitável a Revolução na Rússia, como conjunto das contradições objetivas do imperialismo e de situações subjetivas e peculiares do proletariado russo, sao encontrados, se você quiser reconhecer, se podem ainda hoje ver na realidade do mundo actual, idênticas em substância, embora parcialmente mutantes nas formas. Se nos anos ‘40 do século XIX o centro de gravidade da tensão revolucionária reside na Alemanha, na década de ‘70 do mesmo século se movem na França e no início do século XX está situado na Rússia, agora se trata de identificar onde na mundo, mesmo em que país especificamente, sao presentes as condições, objetivos e subjetivos, mais favoráveis e próximos à revolução proletária. Certamente, vivemos hoje em um mundo policêntrico, onde os centros imperialistas em competiçao uns com os outros são certamente mais numerosos e articuladosa do que no passado. Pense no fato de que, além de tradicionais metrópoles imperialistas, os EUA, Europa, Japão, surgiram à frente da concorrência  global interimperialista  novas realidades, aqueles que usamos sintetizar com a sigla BRICS. Com estes novidades, podemos sem duvida afirmar que hoje hà um processo revolucionário,  embora ainda não totalmente socialista além de declarações de intenção, na América Latina, com intensidade e abrangência diferentes  de país à país,, enquanto que em nosso continente encontramos a situação miais avançada no plano revolucionário na Europa do Sul e, particularmente, na Grécia. Em resumo, estamos na presença de múltiplos centros de gravidade revolucionários do que no passado, devido à maior articulação policêntrica do imperialismo, sem ser substancialmente alteradas as contradições subjacentes, bem identificadas por Stalin, que determinam o início dos processos de revolução.

Entre Marx e Lênin hà todo o periodo "pântanoso" da Segunda Internacional dominada pelo oportunismo dos partidos e líderes "... não há menção aqui da dominação formal do opportunismo, mas do seu domínio real. Formalmente, como chefe da Segunda Internacional foram colocados marxistas "fieis", "ortodoxos", como Kautsky e outros".. E ainda: "Os oportunistas se adaptam à burguesia, em virtude de sua natureza de arbitragem, e pequeno-burgues, enquanto os" ortodoxos ", por sua vez, se adaptavam aos oportunistas, em nome de" preservar a unidade", .... "da paz no partido". "(JV Stalin, Fundamentos do Leninismo). Agora nos separam da Stalin 60 anos de história, caracterizados pelo processo de degeneração revisionista de muitos partidos comunistas e operários, iniciado em 1956 por Kruschev com o XX Congresso do PCUS e culminado com a dissolução de muitos deles, ou, pelo menos, com a sua distorção genética definitiva.

Stalin, de forma eficaz,  condena neste modo aquel comportamento político: "Em lugar de uma teoria revolucionária realizada, posições teoricas contraditorias  e bundas de teoria, removidas    da viva luta revolucionária das massas e transformadas em dogmas decrépitos. Exteriormente, claro, lembravam a teoria de Marx, mas apenas para espurgar o seu espírito vivo revolucionário. Em lugar de uma política revolucionária, um filistieismo fraco e um lucido politicantismo,  diplomacia parlamentar e malandrages parlamentares. Exteriormente, claro, foram  tomadas resoluções e  slogan "revolucionários", mas apenas para colocá-los no armário. Em lugar de educar e instruir o partido para uma tática exata revolucionária a partir de seus erros, um cuidado ignorar das questoes mais rigorosos,,nublando-as e amolecendo-as. Exteriormente, claro, nao recusavam de falar sobre as notas dolorosas, mas apenas para encerrar o assunto com uma resolução de "borracha".  (JV Stalin, Fundamentos do Leninismo). O paralelo com a degeneração de aquelos partidos comunistas que, na esteira do revisionismo khruscheviano, apos  fundaram a teoria do eurocomunismo  é óbvio, mas é igualmente óbvia a analogia com o esforço de 20 anos de "restabelecer" uma presença comunista organizada comunista na Itália. Não estão talvez relatados, com o mesmo efeito agudo, as palavras de Stalin sobre a Segunda Internacional com o “bertinottismo” e a rápida degeneração da RPC e do PDCI, à continua busca de alianças eleitorais com os partidos burgueses do centro-izquerda em nome de absolutização e supervalorização da presença parlamentar a todos os custos, perdendo pouco a pouco o contato com as massas e tambem o objetivo da revolução, e, no final, tambem o senso de realidade?

Diante deste observaçao, Stalin nos refere, em modo vivo e fecundo, à aplicação, do método leninista, à reconsiderar em forma critica a nossa história, à "jogar fora tudo o que está enferrujado e decrépito e forjar novos tipos de armas" sem que o proletariado  arrisqueria de tratar a guerra contra o capitalismo em modo inadeqiuado ou até mesmo desarmado.

O que representa, de acordo com Stalin, o método leninista de tratar a questão da adaptação do arsenal proletário?

Em primeiro lugar, na verificaçao, sob a lente da luta revolucionária, de categorias, análise, conceitos tidos como certos e em grande parte estabelecidos no pensamento politico actual do oportunismo de esquerda, ossificados em verdadeiros dogmas teoricos intocáveis (pense, por exemplo, à declarações, tais como "o desaparecimento gradual da classe trabalhadora", a referência ritual numa Constituição rejeitada que não funciona mais, a limitaçao das formas de luta proletária sò no campo institucional com a presumida e não comprovada "impossíbilidade nas condições atuais" de praticar outras formas de luta não parlamentar, a distorção oportunista do conceito de maioria e aos todos os outros chavões reais em voga na chamada "esquerda"), retornando ao Partido Comunista uma verdadeira teoria revolucionária e restabelecendo a unidade entre teoria e práxis.

Em segundo lugar, na avaliação da política dos partidos não basada em slogans e proclamações, mas na sua acção real.

Em terceiro lugar, no redirecionamento de todo o trabalho de partido para a atividade de educaçao das massas à verdadeira luta revolucionária.

Em quarto lugar, no exercício de autocrítica, para aprender o maximo ensino possivel dos erros cometidos e educar em modo eficaz os quadros e dirigentes do Partido proletario.

Em essência, Stalin nos lembra que a teoria revolucionária não é um dogma, mas se desenvolve somente em contato com a real prática revolucionária  ao serviço da qual se deve por.

O que quer dizer Stalin com o termo "teoria"?  Para Stalin, a teoria é "a experiência do movimento trabalhador de todos os países, tomada no seu aspecto geral".  Como um verdadeiro leninista, Stalin destaca que a teoria divorciada da luta revolucionária concreta se torna "inútil", bem como a prática "torna-se cega, se o seu caminho nao é iluminado pela teoria revolucionária". A teoria nos ajuda a compreender não só o que está acontecendo em um determinado momento, mas também o que vai acontecer em seguida, sob certas condições. Por esta razão, o nosso Partido, na modéstia de sua actual influência, hoje, insistefortemente no rigor e solidez da teoria e na sua inseparável conexão com a prática da revolução.

Por esta mesma razão, Stalin - e nós com ele - é um adversário intransigente da "teoria da espontaneidade", reafirmada hoje por o bertinottismo e os seus seguidores na  chamada "esquerda radical" na forma de "teoria dos movimentos".  Teorizar a espontaneidade, o movimentismo significa negar o papel de vanguarda e de guia do partido na cabeça das massas, permitindo que estas sejan direcionadas em reivindicações compatíveis com o capitalismo, realizaveis dentro dele, ao longo de uma "linha de menor resistência" em vez de para a ruptura revolucionária cientificamente planejada. Segundo eles, o Partido deveria simplesmente ir a reboque do movimento, em vez de desenvolver a sua consciência. Esta "ideologia do" seguidismo" é a base lógica de qualquer oportunismo".

Extremamente actual, quase profética, é a consideraçao "staliniana" da teoria da revolução proletária em Lenin.

Stalin identifica nas jà contradições mencionadas do imperialismo, que levam à primeira revolução proletária da história, três aspectos que podem ser generalizados:

- a dominação do capital financeiro, a exportação do capital para as fontes de matérias-primas e o agravamento da natureza parasitária do capitalismo monopolista empurram o proletariado para a revolução como a única forma de salvação, por isso uma primeira observação: se aguça objetivamente  a crise revolucionária na frente interno da metrópole imperialista; 

- a exportação do capital para os países coloniais e naqueles em desenvolvimento, a "transformação do capitalismo em um sistema global de escravização financeira" da grande maioria da população da Terra por um punhado de países desenvolvidos "transformam as ndividuais e economias nacionais e os territórios nacionais em anéis de uma cadeia única, chamada economia mundial", enfatizando a divisão do mundo em dois campos: uma minoria de exploradores e opressores e uma grande maioria dos oprimidos e explorados, de aqui, uma segunda consideração: a crescente impaciência para o imperialismo e se aguça a crise revolucionária tambem no frente externo da metrópole imperialista;

- a criação de "esferas de influência" monopólistas e o desenvolvimento desigual entre os mesmos países imperialistas  levam numa luta furiosa para a divisão do mundo, das recursos, das mercados que traze à guerra imperialista como a única forma de restaurar os equilíbrios; de aqui, uma terceira conclusão: a luta inter-imperialista abre uma terceira frente que, a longo prazo, enfraquece o imperialismo, faz inevitável o recurso à guerra, assim como torna-se inevitável a fusao da revolução proletária com a revolução anti-colonial em um unico frente anti-imperialista.

Em face dessas considerações, ainda hoje actuais, o antigo abordagem  à questão da revolução proletária, basado na avaliação das condições econômicas e políticas de cada país individualmente tomado, não é mais suficiente, mas deve ser substituído por uma abordagem que leva em conta as condições económicas e políticas do mundo como um todo, ou seja "globais", como se diz hoje, proprio porque cada país deixaram de ser entidades separadas, mas tornaram-se anéis duma unica cadeia imperialista. "Agora è o momento de falar da existência das condições objectivas para a revolução em todo o sistema da economia mundial imperialista, como um todo, e também a presença no corpo deste sistema de alguns países subdesenvolvidos industrialmente não pode servir como um obstáculo intransponível para a revolução, si - ou, para melhor dizer - porque o sistema como um todo já está maduro para a revolução".. Se antes se falava de revolução proletária como um fenômeno em seu próprio direito, em oposição ao capital nacional e, como resultado do sò desenvolvimento interno de um determinado país, agora temos de falar da revolução proletária mundial em contraposição ao frente mundial do imperialismo e como resultado da maturação das contradições do sistema mundial do imperialismo.

Essa crença staliniana não permite nada ao oportunismo trotskista e não tem em comum com ele. Para Trotsky a revolução mundial deve desenvolver-se simultaneamente em todos os países, em caso contrário, não pode ter um caráter socialista, mas parcial, em que o capitalismo iria prevalecer de qualquer maneira. De acordo com Lenin e Stalin, no entanto, considerando o diferente nível de desenvolvimento de cada país, portanto o grau desigual do amadurecimento das contradições, a revolução mundial pode desenvolver e crescer mesmo em um país individualmente dado e este, quebrando, no entanto,  a frente imperialista, enfraquece-o, promovendo assim os processos revolucionários no resto do mundo. Enquanto para os trotskistas a revolução mundial, a expectativa messiânica de um evento que deveria assumir o pleno e unifrome desenvolvimento do capitalismo em todos os países, é na verdade a desculpa oportunista para não fazer nada, para os marxistas-leninistas a revolução mundial é a tomada pratica e concreta da análise científica do capitalismo na fase imperialista, a que cada partido verdadeiramente comunista, trabalha ativamente em diferentes condiçoes históricas, políticas, econômicas e culturais dadas em cada país.
Dado que, portanto, a revolução proletária não ocorre simultaneamente para o mesmo grau de maturação das contradições internas ao imperialismo, poderà acontecer e ter sucesso vitoriosamente não tanto onde o "capitalismo é mais desenvolvido", ou onde "o proletariado representa a maioria da população" mas em vez lá, onde o imperialismo é objetivamente mais fraco.

O oportunismo, deliberadamente, nao vê esse aspecto "global" do imperialismo, em que os dados estatísticos da composição de classe em um único país deixam de ter um sentido absoluto para a revolução, bem como não compreende a absoluta improcedência da "teoria do gradualismo." Em uma concepção mecanicista e não-dialética, o oportunismo se inventa uma linearidade de passos e fases históricas que na realidade nunca foi existida. A revolução socialista, portanto, não seria possível antes que o capitalismo se seja completamente desenvolvido, tinha definitivamente passado todos os vestígios de relações sociais pré-existentes e que o proletariado tenha atingido as características subjetivas, qualidativas e quantitativas e acumulado as ferramentas, materiais e culturais para enfrentar uma batalha hipotética final.

Por outro lado, vemos que hoje o capitalismo na fase imperialista alismo tende a ressuscitar elementos proprios de formaçao sócio-econômicas anteriores e mesclar com eles. Pense às situações comuns de escravidão moderna, por exemplo; enquanto o capitalismo "prósperante" vende a força-trabalho dos indivíduos, o capitalismo "morente" vende também a pessoa humana tout court, coexistendo trabalho remunerado e trabalho dos novos escravos. Em virtude disso, a luta contra os resíduos de feudalismo e os ressurgimentos de escravidão pode sò resultar em uma luta contra o imperialismo.

Na verdade, Lênin antes e Stálin após, na base da concreta experiência revolucionária nos ensinam em modo tão actual que a revolução democrático-burguesa pode e deve soldar-se com a revolução proletária, tornando-se neste última.

Nao há, então, gradualidade na revolução proletária: o caráter da revolução proletária è no entanto socialista, além do grau de desenvolvimento econômico e político do país em que ele ocorre, sem etapas intermediárias democrático-burgueses. Ou o proletariado toma em suas mãos a totalidade do poder, varrendo a velha classe dominante, ou issa vai manter o seu poder e forçarà o proletariado a recuar: historicamente, não há formas medias! Tomando o poder, o proletariado cumpre a revolução democrático-burguesa, transformando-a na sua superaçao, a revolução proletária e socialista. Esta é a visão correta da "revolução permanente", que desde Marx, atraves de Lênin e Stalin, alcança, viva e vital atè nós.
Stalin, interpretando e desenvolvendo corretamente a teoria leninista da revolução proletária, nos ensina que, se a revolução em um só país é possível e até necessária, se a transformação da revolução democrático-burguesa em revolução proletária é uma obrigação, devem, porem, existir certas condições objetivas essenciais porque a revolução possa ter sucesso.

Em primero lugar, não é o suficiente que as massas se tornam cientes da impossibilidade de continuar a viver como antes e exigiam a mudança, é necessário também que a antiga classe dominante não pode mais viver e governar como antes. Em outras palavras, "a revolução é impossível na ausência de uma crise geral que abrange tanto os explorados que os exploradores".

Em segundo lugar, é necessário que a revolução deve afirmar-se com sucesso pelo menos em alguns países, tais como Lenin resumia com estas poucas palavras: a tarefa da revolução vitoriosa consiste na realização do “máximo possível num país único para o desenvolvimento, o suporte, o despertar da revolução em todos os países "(VI Lênin, Polnoie Sobranie Sochinenii, vol. XXIII, p. 385).

Stalin e o estado.

"A questão do poder é a questão fundamental de cada revolução," ensinava assim Lênin. A tomada do poder é, por Stalin, apenas o começo, após o qual precisa manter, fortalecer e tornar irreversível o poder conquistado. Poisque a burguesia, derrubada num único país, permanece ainda por um longo tempo, devido a vários fatores, mais forte do que o proletariado que tem quebrado a sua regra, a revolução deve adotar-se do instrumento da ditadura proletaria como sua base fundamental para buscar desde o inicio três objectivos principais:

- esmagar a resistência da burguesia e todos os seus esforços para retomar o poder;
- organizar a construção do socialismo, reunindo em torno do proletariado as massas trabalhadoras para levá-los à liquidação de todas as classes;

- armar a revolução, para preparar-a à luta e à defesa contra o imperialismo.

No longo período de transição do capitalismo ao comunismo, a burguesia inevitavelmente continua a cultivar a esperança de restaurar o seu poder, esperança que quase sempre se transforma em tentativa de restauração. Além disso, entre o proletariado ea burguesia, encontra-se uma massa muito grande e complexa de pequena burguesia, oscilante e indecisa, que agora pode apoiar o proletariado, mas amanhã, nas primeiras dificuldades, pode saltar de volta para os braços do adversário de classe.

A burguesia, depois de sua reversao em um único país, è ainda e longamente mais forte do que o proletariado. Sua força contínua é baseada no poder do capital internacional e sobre a força dos laços com ele, a persistência de uma série de vantagens práticas, da disponibilidade de dinheiro, que a revolução não pode destruir imediatamente, à mais experiência na política, na organização da produção e, sobretudo, no serviço militar; finalmente, sobre a difusão da pequena produçao, que engendra o capitalismo em modo selvagem e numa dimensão de massa, se é bastante fácil para o proletariado eliminar os capitalistas, não é tão simples aniquilar os pequenos produtores, com os quais, no entanto, terá de conviver durante um longo período de tempo, transformando-os e re-educando-os gradualmente com um lento e cuidadoso trabalho de organização..

A ditadura do proletariado é, portanto, "a mais implacável guerra da nova classe contra um inimigo mais poderoso, contra a burguesia, cuja resistência é aumentada dez vezes desde sua derrubada", "a luta firme, sangrenta e sem derramamento de sangue, violenta e pacífica, militar e econômica, pedagógica e administrativa contra as forças e tradições da velha sociedade "(VI Lênin, Polnoie Sobranie Sochinenii, vol. XXV, p. 173 e 190).

A ditadura do proletariado, assim concebida, não é por Stalin um período de curta duraçao, mas toda uma era, a da transição desde o capitalismo ao comunismo, durante o qual nao sò tem que criar as condições económicas e culturais para a afirmação plena do socialismo mas também o proletariado deve ser educado de administrar o país e re-educar a massa pequeno-burguesa, dirigindo-a em favor do proletariado e no desenvolvimento da produção socialista. A ditadura do proletariado é, portanto, também a ferramenta com a qual são re-educados milhões de agricultores, pequenos proprietários, empregados, funcionários, intelectuais, é o instrumento pelo qual se re-educam tambem os proletários, libertando-os dos preconceitos e depósitos pequeno-burgueses.

A ditadura proletaria é a regra do proletariado sobre a burguesia. Os oportunistas deliberadamente confundem a "tomada do poder", com a "formação do governo", mas esta ultima é apenas uma mudança de gabinete que não muda a velha ordem econômica e política, servindo sim como "máscara de beleza" da burguesia, que permanece no controle da situação. Vimos isso em Itália, com os governos de centro-esquerda, na Espanha e na França, com os governos de Zapatero y Hollande, na Grécia com os governos liderados pelo PASOK, na Alemanha com os social-democratas, na Grã-Bretanha com os trabalhadores: em nenhum caso se houve um movimento em direção do poder proletário, ao contrario, a burguesia tem habilmente servida destes governos para bater mais e mais duramente o proletariado e os trabalhadores.
Stalin nos ensina que "a ditadura do proletariado não é uma mudança de governo, mas é um novo estado, com novos órgãos de poder, no centro e nos subúrbios, é o estado do proletariado que surgiu das ruínas do velho Estado burguês". Ela não nasce na classe média, mas no curso da sua roptura após o derrubamento da burguesia, durante as expropriaçoes dos capitalistas, durante a socialização dos meios de produção, durante,em outras palavras, a revolução proletária violenta.

O Estado é sempre e em toda parte o meio pelo qual uma classe domina sobre as outras. Neste sentido, o Estado proletário não é excepção. Stalin aponta, porem, uma diferença substancial entre o estado proletário e os outros estados. Todos os estados historicamente existidos foram caracterizados como ditaduras duma minoria de exploradores contra uma grande maioria de explorados. A ditadura proletaria ribalta este aspecto, como ditadura da maioria de explorados sobre uma minoria de exploradores. Stalin define a ditadura do proletariado como "o domínio, não restrito por lei e basado na violência, do proletariado sobre a burguesia, com a compreensão eo apoio dos trabalhadores e das massas exploradas".
De aqui, Stalin tira duas considerações:

- não há  a "democracia pura", bom para todos, ricos e pobres, porque qualquer democracia tem sempre uma conotação de classe, a ditadura proletaria é, portanto, um Estado democrático de uma forma nova, para o proletariado e seus aliados e ditatorial de uma forma nova, contra a burguesia; no capitalismo a democracia è democracia capitalista, funcional para a minoria de exploradores e limitante os direitos da maioria dos explorados, enquanto na ditadura proletaria a democracia è democracia proletaria, que é funcional para a maioria dos explorados, è baseada na restrição dos direitos da minoria dos exploradores e è dirigida contra ele;

- a ditadura do proletariado não pode prevalecer como resultado do desenvolvimento pacífico da sociedade burguesa, mas apenas como consequência da quebra da máquina do estado burguesa, do exército burguês, do aparelho dos funcionarios publicos burguês, da polícia burguesa, isto significa que a revolução proletária nao implementa um passe simple em outras mãos da máquina burocrático-militar do estado, mas implementa a sua destruição violenta como uma condição prévia da mesma revolução, substituindo-a por um novo tipo de máquina de estado.

O poder soviéticao (ou seja, conselhar) é a forma de estado da ditadura do proletariado, a estrutura organizacional capaz de destruir a máquina de Estado burguesa, de substituír-a por uma nova, de esmagar a resistência da burguesia, de substituir a democracia burguesa com a democracia proletária. Os Conselhos têm o poder de realizar esta tarefa enorme.

Esta força, de acordo com Stalin, deriva do fato de que:

- os Conselhos são as organizações proletárias de massa mais abrangentes, porque abraçam toda a classe trabalhadora em sua totalidade;

- os Conselhos são as únicas organizações de massa que reúnem as camadas populares aliados do proletariado e, portanto, facilitam à vanguarda a tarefa de direção política, tornando-a mais eficiente;
- os Conselhos são os órgãos mais poderosos da luta revolucionária, capaz de romper a onipotência do capital financeiro;

- os Conselhos são organizações dirigidas das massas mesmas, por isso são os órgãos mais democráticos e mais influentes na construção e gestão do novo estado.

- O poder dos Conselhos (soviético) consiste na unificação e formalização dos Conselhos locais numa unica organização estatal do proletariado como classe dominante e como vanguarda dos oprimidos e explorados.
- Os Conselhos, além, adicionam-se a si mesmo o poder legislativo e o executivo e não são eleitos numa base territorial, mas na base das unidades de produção. Este fato permite de implementar uma ligação direta entre a classe trabalhadora e seus aliados e o aparelho de estado na direção do país. Realizando a continua, estavel e incondicionada participação das organizações de massa dos trabalhadores na direção do estado, o poder dos Conselhos prepara as condições para o definhamento do mesmo estado na sociedade comunista.
Depois da teoria revolucionária e do conceito de estado nos gostaria de trazer a discussão sobre o térreo da construçao do Partido Comunista na Itália, mas nos ficaríamos de fora dos limites desta conferência unitaria, de que temos orgulho de ser entre os organizadores.

Sobre esta questão nos encontramos todos os companheiros interessados à Reunião Internacionalista que terá lugar em Roma sábado 6 de abril às 14h30 no Salão da Via Casilina 5, com a participação dos Partidos Comunistas da Grécia, Espanha, França, Rússia, Ucrânia e Jugoslávia.



Relatorio de Marco Rizzo, Secretario Nacional do CSP (Comunisti Sinistra Popolare, (Comunistas Esquerda Popular) PARTIDO COMUNISTA,  na conferencia de Florença “Com Stalin para o Socialismo” realizada 

Em 17 Março de 2013.

Enviado pelo camarada - Claudio Buttinelli

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