quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mao Tse Tung fala sobre o Pacto Germano-Soviético


No mundo, muita gente acabou enganada pelas palavras melosas de Chamberlain e seus sócios; não se dá conta de quão perigosas são seus sorrisos nem compreende que o tratado de não agressão soviético-alemão só foi concluído depois que Chamberlain e Daladier haviam decidido rechaçar a União Soviética e provocar a guerra imperialista. Já é hora de que esta gente se desperte. O fato de que a União Soviética havia se esforçado até o último minuto para defender a paz mundial, evidencia a identidade de interesses entre a União Soviética e a grande maioria da humanidade.
Quanto à União Soviética, suas ações foram completamente justas. Perante ela se desenvolviam dois problemas. O primeiro era: deixar que toda Polônia caísse sob a dominação do imperialismo alemão ou ajudar as minorias nacionais da parte leste da Polônia a obter sua libertação. Optou por este último. Uma vasta extensão de território habitado por bielorrussos e ucranianos foi arrancada pelo imperialismo alemão do recém-nascido Estado soviético em 1918, quando foi estabelecido o Tratado de Brest-Litovsk, território que mais tarde foi colocado arbitrariamente sob a dominação do reacionário Governo polonês em virtude do Tratado de Versalhes. A União Soviética não fez mais do que recuperar o território que havia perdido e libertar aos bielorrussos e ucranianos oprimidos, evitando-lhes a opressão alemã. As notícias dos últimos dias revelam o entusiasmo e carinho que estas minorias nacionais acolhem o Exército Vermelho como seu salvador, ao mesmo tempo em que nenhuma entrega similar chegou na parte oeste da Polônia, ocupada pelas tropas alemãs, nem das zonas ocidentais da Alemanha ocupadas pelas tropas francesas. Isso demonstra que a guerra feita pela União Soviética é uma guerra justa, de libertação, não de rapina, uma guerra que ajuda a libertar as nações pequenas e débeis e a emancipar as massas populares.

Mao Tsé-Tung, A identidade de interesses entre a União Soviética e a humanidade, 1939.

 Tradução - Camarada Ângelo Ricardo


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